MPE - PR abre vaga de estágio para Pós-Graduação em Serviço Social

O presente edital, que estabelece as instruções de stinadas à seleção e contratação de estagiários para atuarem junto ao Centro de Apoio Operacional d as Promotorias Criminais, do Júri e de Execuções Penais - Área de Execução Penal. 

1 - Dos requisitos : poderão se inscrever os bacharéis em Serviço Soci al, devidamente matriculado(a)s em curso de pós-graduação que tenha previsão do estági o em seu projeto pedagógico. 
2 - Das vagas a serem preenchidas : o(a) candidato(a) selecionado(a) ocupará 01 (uma) vaga existente junto ao Centro de Apoio Operacional das Promotoria s Criminais, do Júri e de Execuções Penais - Área d e Execução Penal. Os demais aprovados formarão cadast ro de reserva para eventuais vagas que venham surgir.
 3- Das inscrições : serão realizadas no período de 22/03/2013 a 1º/04 /2013, na sede do CAOPJCEP – Área de Execução Penal, à Rua José Loureiro, 376 – 4º an dar, Centro – Curitiba/PR, das 14h00m às 17h00m. 

Edital

“Redes sociais, linguagem e política” é tema de seminário no RJ



Não é de hoje que o serviço social discute a comunicação como estratégia para fortalecimento do projeto ético-político e para ampliação da visibilidade da profissão. Mas de uma década para cá, este debate tem ganhado mais espaço no Conjunto CFESS-CRESS e alcançado outros patamares. Passou-se a debater a comunicação como direito humano, seguindo a linha dos movimentos sociais que defendem a democratização da comunicação no Brasil. Os CRESS têm investido em assessorias de comunicação. A Política Nacional de Comunicação está em sua segunda edição. E, neste ano, será realizado, em Recife (PE), o 3º Seminário Nacional de Comunicação do Conjunto. Com o tema “Redes sociais, linguagem e política”, a proposta do evento é aprimorar a comunicação do CFESS e dos CRESS com assistentes sociais e com a sociedade.



Foi para aquecer e preparar este debate que o CRESS-RJ organizou, no dia 15 de março, um seminário estadual com a mesma temática. “Como evitar reproduzir a discriminação racial, social e sexual ao utilizarmos a língua que carrega, em sua estrutura, os valores dominantes da sociedade? Até que ponto as redes sociais são instrumentos de mobilização ou, ao contrário, de desmobilização dos movimentos sociais? Qual a melhor maneira de utilizá-los a favor de nosso projeto de sociedade?”, propôs o evento, que abre caminho para que outros Regionais também organizem seus próprios seminários.

Dividido em duas mesas – "Política, linguagem não discriminatória e Serviço Social" e "Redes sociais, Serviço Social e disputa de hegemonia” – o seminário levantou questões incipientes no âmbito do serviço social e comunicação. Afinal, a linguagem não é neutra, revela disputa de poder e de projetos de sociedade. “Ou seja: assistentes sociais, ao escreverem um parecer social ou laudo técnico, devem ter uma escrita singular à profissão”, defendeu a assistente social Selma Marques Magalhães, autora do livro "Avaliação e linguagem: relatórios, laudos e pareceres". Mas e quando se comunicam com a população usuária? Como se fazem entender, seja na fala ou na escrita?

Jonê Carla Baião, doutora em linguística pela PUC-RJ, afirmou que a linguagem extrapola a palavra e esta, descontextualizada, é neutra. Mas o que mais chamou a atenção em sua fala foi: a linguagem está em constante mutação e ganha novos significados a cada dia. Ou seja: debater uma linguagem não sexista em uma categoria majoritariamente feminina é um movimento quase que obrigatório para o Conjunto. E não só isso: uma linguagem que não reproduza a discriminação racial e social também.

Em um momento em que Facebook e Twitter são febres constantes no Brasil e no mundo, o tema redes sociais também é obrigatório para o Conjunto. Arthur William, jornalista integrante do Coletivo Intervozes, e pós-graduado em TV Digital, deu um panorama da luta pelo direito à comunicação no Brasil, criticando os oligopólios que dominam a área. Ele revelou também os perigos de as instituições se apoiarem nas redes sociais como plataformas únicas para divulgação de seus discursos, dando exemplo do Facebook, que, como uma empresa privada, controla o conteúdo que circula em sua rede.

Para trazer a discussão para as experiências do Conjunto, o assessor de comunicação do CFESS, Rafael Werkema, defendeu que, enquanto fenômenos de comunicação, as redes sociais são espaços de disputa de hegemonia e podem contribuir para a visibilidade da profissão. Para se ter uma ideia, o número de visualizações da página do CFESS no Facebook ultrapassou o número de visitas ao site oficial. Ele ainda defendeu que o CFESS continuará ocupando os espaços necessários para ampliar a visibilidade da profissão, na perspectiva do projeto ético-político do serviço social brasileiro.

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

Diogo Adjuto - JP/DF 7823Assessoria de Comunicaçãocomunicacao@cfess.org.br


Aprovação do piso salarial do Assistente Social em R$ 3.720,00 e 30h semanais

Com cerca de 82 mil profissionais em todo o Brasil, a PL 5278/2009 prevê a fixação de um piso salarial para as (os) Assistente Sociais de R$ 3.720,00 e jornada de trabalho de 30h semanais.

Os dados e informações acima nos convencem da necessidade de se fixar, por meio de lei ordinária, o piso salarial dos Assistentes Sociais em R$ 3.720,00 (correspondente a 8 salários mínimos do valor em vigor em fevereiro de 2009, que é R$ 465,00) para uma jornada de trabalho de 30 horas semanais.
Desde seus primórdios aos dias atuais, a profissão de Assistente Social tem se redefinido, considerando sua inserção na realidade social do Brasil, entendendo que seu significado social se expressa pela demanda de atuar nas desigualdades sociais e econômicas. Trata-se, pois, de um campo de atuação profissional que se torna visível na pobreza, na violência, na fome, no desemprego, buscando atender às necessidades da coletividade, lutando contra a exclusão social.
Os assistentes sociais são profissionais capacitados para analisar a realidade social de forma que possam intervir nas questões sociais através da elaboração, execução e avaliação de políticas sociais que tenham como meta o desenvolvimento humano.
A atuação do assistente social se dá, prioritariamente, por meio de instituições que prestam serviços públicos destinados a atender pessoas e comunidades, que buscam apoio para desenvolverem sua autonomia, participação, exercício de cidadania e acesso aos direitos sociais e humanos. Ele está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, habitação etc.
No Brasil, o Sistema Único de Saúde não sobrevive sem a ação dedicada do Assistente Social seja na formulação de políticas sociais que previnam doenças, seja na gestão de tais políticas visando o bem estar da população. Também o Estatuto da Criança e do Adolescente, uma conquista histórica dos cidadãos brasileiros, não teria razão de ser sem a efetiva participação do Assistente Social nos conselhos nacional, estaduais e municipais e na assistência ao menor e ao adolescente vítima de abusos, mãos tratos, da deliquência, da fome e da miséria.
Com sua formação humanista, comprometida com valores que dignificam e respeitam as pessoas em suas diferenças e potencialidades, sem discriminação de qualquer natureza, o Assistente Social merece o reconhecimento da sociedade e do Estado pelos relevantes serviços que presta em prol do bem comum. E este reconhecimento deve-se dar na garantia de condições dignas de trabalho para que sua atuação se realize de forma competente e efetiva e na remuneração adequada de seu trabalho árduo, razão pela qual encareço aos nobres pares a aprovação do presente projeto.


Concurso Município de Belo Horizonte

http://200.150.155.210/BH2012APP/imagens/logo.gifConcurso Público para provimento do cargo público efetivo de Analista de Políticas Públicas da
Carreira dos Servidores da Administração Geral do Quadro Geral de Pessoal da Administração Direta
do Poder Executivo do Município de Belo Horizonte.
Concurso Público para provimento do cargo público efetivo de Analista de Políticas Públicas: Administração, Ciências Contábeis, Ciências Economicas, Educação Física, Psicologia e Serviço Social, da Carreira dos Servidores da Administração Geral do Quadro Geral de Pessoal da Administração Direta do Poder Executivo do Município de Belo Horizonte.

Concurso Prefeitura paranaense de Palotina

Prefeitura de Palotina - PR oferece salários de até 8 mil em concurso
Sob a responsabilidade técnica do Instituto Superior de Educação, Tecnologia e Pesquisa Saber Ltda., a prefeitura paranaense de Palotina, Paraná, deu início na última segunda-feira, 5, ao período de inscrições para o concurso público 002/2012 no qual oferta 25 vagas de nível fundamental, médio e superior.
De acordo com informações constantes em edital, as oportunidades são voltadas aos cargos de Agente Comunitário de Saúde e Agente de Endemias, Coordenador de Endemias, Assistente Social, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Médico PSF, Nutricionista, Psicólogo e Terapeuta Ocupacional.
O cargo de Agente Comunitário de Saúde é destinado a candidatos que residam nas localidades de Santa Terezinha, Mutirão II, Mutirão III, Projeto Moradia, Ximburé, Jardim CAIC, Jardim Guarita, Santa Mônica, Jardim Social, Bela Vista, Habitabem Universitário, Dallas, União, Centro e interior, Centro, Vila La Salle e interior.
Todos os contratos serão firmados em regime celetista, com salários entre R$ 671,76 e R$ 8.063,29 e carga de 40h semanais, exceto para Assistente Social que atuará por apenas 30h semanais e Fisioterapeuta que terá jornada de 20h.
Para concorrer o candidato deve se inscrever até 2 de abril de 2012 pelo endereço eletrônico www.saber.srv.br e efetuar o pagamento da taxa, no valor de R$ 30,00, R$ 50,00 e R$ 100,00, conforme cargo pretendido.
A previsão é de que a prova objetiva ocorra no dia 22 de abril na parte da tarde; e a prova de títulos apenas para candidatos aos cargos de nível superior no mesmo dia, mas das 16h às 18h.

Pronatec


Criado no dia 26 de Outubro de 2011 com a sanção da Lei nº 12.513/2011 pela Presidenta Dilma Rousseff, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem como objetivo principal expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) para a população brasileira. Para tanto, prevê uma série de subprogramas, projetos e ações de assistência técnica e financeira que juntos oferecerão oito milhões de vagas a brasileiros de diferentes perfis nos próximos quatro anos.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5-YZ0NhM7M-prk-j9yUny-LVv8-Qq58gyHWp7q15xDcrB3sBR8duGQeiC0GG3zkKVjrYS2eTGWJrfnEFZ-mGuhhkknOWfhT-fWR629GzhLas5C3Y11vVp-jOS3r30YQa4LItabAcKuSoh/s1600/pronatec.jpg

 Confira os detalhes e tire suas dúvidas sobre o Pronatec Brasil Sem Miséria
Acesse os arquivos referentes ao sistema que vai fazer a gestão operacional do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), onde as prefeituras poderão encontrar informações sobre cursos e vagas e  inscrever beneficiários.


Preparação para o XIV CBAS já começou

Comissão Organizadora se reuniu em São Paulo (SP), local onde será o evento
Comissão reunida em São Paulo (foto: CFESS)

A próxima edição do maior evento do Serviço Social brasileiro ocorrerá em 2013. Para que o XIV Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais garanta a importância política e profissional para a categoria, a comissão organizadora do evento se reuniu em São Paulo (SP) no dia 11 de fevereiro. O Congresso ocorrerá em São Paulo (SP) e  foi definido no Encontro Nacional CFESS-CRESS de 2011. A reunião da Comissão Organizadora teve o objetivo de encaminhar as primeiras providências necessárias à realização do evento.

Participaram da reunião os/as conselheiros/as do CFESS Maurílio Matos, Sâmya Rodrigues, Marinete Moreira, Kátia Madeira e Marlene Merisse, conselheiros/as do CRESS-SP, representantes das diretorias da Abepss e da Enesso, os quais compõem a comissão. "O CBAS tem uma importância política significativa para a construção da história do Serviço Social brasileiro. Defendemos que, além de promover a apresentação de trabalhos, o que proporciona a sistematização e reflexão sobre o exercício profissional, o CBAS deve manter um formato autossustentável e ser um evento autônomo e acessível à categoria", afirmou a presidente do CFESS, Sâmya Rodrigues.

A presidente do CRESS-SP, Eloísa Gabriel, acrescentou que o CBAS será não só um espaço de trabalhos acadêmicos e de intervenção profissional, mas de grandes enfrentamentos políticos. "Além disso, é preciso lembrarmos sempre da inserção dos movimentos sociais nas discussões, uma vez que são, além de parceiros, entidades de representação dos mais diversos grupos que anseiam e lutam por direitos", observou.

A reunião também abordou assuntos como a análise e avaliação das últimas edições do CBAS, a seleção do local e da infraestrutura, de modo a garantir o preço mais acessível possível para a categoria, bem como iniciou o debate sobre a definição de temas a serem abordados nas mesas de palestras.

A presidente da Abepss, Cláudia Mônica dos Santos, destacou que a grande importância do CBAS é que ele agrega toda a categoria profissional. "Nesse sentido, é fundamental que elaboremos um CBAS voltado para as lutas sociais e para os temas que são importantes ao exercício profissional", definiu.

A próxima reunião da comissão organizadora do XIV CBAS será realizada em abril. Acompanhe a organização do evento pelo site do CFESS.

Leia também:

Nota de esclarecimento sobre o XIV CBAS


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Diogo Adjuto - JP/DF 7823Assessoria de Comunicaçãocomunicacao@cfess.org.br

Conasss 2012

http://www.conasss.com.br/imagens/topo.png


Inscrição (fonte)
Para efetivar sua inscrição, siga as orientações.
CPF: O campo CPF é obrigatório no sistema para que não haja duplicidade de cadastramento. O número permanecerá em sigilo e segurança.
Entre no link no final dessa página e obterá o início de sua inscrição. Conclua as 3 (três) fases. Efetue o pagamento pelo boleto bancário. Após 7 (sete) dias do pagamento, receberá a confirmação da inscrição por e-mail. A inscrição será efetivada mediante confirmação do pagamento. O valor a ser pago deverá obedecer à data vigente na tabela de inscrição, e não a data de cadastro no sistema.
As inscrições na categoria estudante de graduação deverão encaminhar via fax 16 3967.1003 – Ramal 24 ou email inscricao@conasss.com.br cópia do documento comprobatório em até 5 dias após o cadastramento de sua inscrição. O não recebimento do documento implicará no cancelamento do desconto, ficando o participante ciente da obrigatoriedade do pagamento da diferença da inscrição.
Inscrições antecipadas até 14/03/2012. Após esta data, somente no local do evento, havendo disponibilidade de vaga.
O envio de trabalho científico é a última fase deste processo de inscrição.
EMPENHO
Somente serão aceitos as inscrições com a NOTA DE EMPENHO recebida até o dia 14/03/2012.
Não será aceito CANCELAMENTO do empenho por motivos de não comparecimento do participante.
Política de cancelamento e substituição da inscrição:
Não haverá cancelamento de inscrição.
Substituição autorizada de nomes até 14/março/2012.
Solicitar a substituição pelo email inscricao@conasss.com.br
ATENÇÃO:
- Não será necessário enviar o boleto bancário quitado via fax.
- O cadastro no sistema terá validade de 20 dias. Após este período, a não identificação do pagamento do boleto bancário, implicará no cancelamento do cadastro e disponibilização da VAGA.
- Os dados preenchidos serão automaticamente importados para crachás, certificados e outros relatórios.
- Para se inscrever no Curso Pré-Congresso é obrigatório estar inscrito no Congresso.
- Dúvidas, informações complementares sobre sua inscrição ou problemas técnicos durante o preenchimento, contate 16 3967.1003 ou inscricao@conasss.com.br
INVESTIMENTO
Observe atentamente as instruções expostas anteriormente em relação às regras para comprovação de categorias e descontos.
Categoria Até 08/12/2011 Até 14/02/2012 Até 14/03/2012 No Local
Congresso
Profissionais da Área 260,00 320,00 400,00 450,00
Estudantes de Graduação* 180,00 220,00 260,00 300,00
Curso Pré-Congresso 120,00 150,00 180,00 220,00
Os interessados no curso Pré-Congresso deverão estar inscritos no VI Conasss
Direito do participante:
· Certificado
· Pasta
· Anais dos trabalhos científicos
Formas de pagamento
• Boleto Bancário a vista
• Boleto Bancário parcelado 2 vezes até 14/02/2012.
ATENÇÃO:
O recibo das inscrições parceladas somente serão disponibilizados no site após o pagamento da segunda parcela.
INSCRIÇÃO
RECIBO
REIMPRESSÃO DO BOLETO
(necessário o no. da inscrição)
CONHEÇA O REGULAMENTO DOS TRABALHOS 

Polêmica: Senado já pode votar proposta que reduz para 16 anos a maioridade penal

http://expressopb.com/wp-content/uploads/2011/05/algemas1.jpgO primeiro item da lista de matérias prontas para votação no plenário do Senado em 2012 é a PEC (proposta de emenda à Constituição) 20/99, que antecipa para 16 anos a maioridade penal no Brasil. Ou seja, se aprovada a proposta, o jovem com idade entre 16 e 18 anos que cometer um delito será criminalmente responsabilizado, desde que comprovada sua capacidade de entender a ilicitude do seu ato.
A matéria trata de um dos assuntos que mais suscitou iniciativas, debates, adiamentos e indignação no Senado nos últimos anos. Toda vez que um crime bárbaro cometido por menores alarmou o país – como o assassinato do menino João Hélio, arrastado em 2007 por um carro dirigido por adolescentes, no Rio de Janeiro – a imputabilidade do menor voltou ao debate.
De autoria do ex-senador José Roberto Arruda (ex-DEM, sem partido), o texto chegou ao plenário na redação proposta pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que já foi procurador da Justiça e secretário de Segurança Pública de Goiás.
A tese de que a criminalidade entre os jovens tem, entre outras causas, a miséria foi um dos motivos de resistência à aprovação da proposta na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania).
Invocando sua experiência em Segurança Pública, Demóstenes Torres sustentou, durante o exame da PEC naquela comissão, que a criminalidade é um assunto de fundo moral. Para ele, um jovem entre 16 e 18 anos tem plena capacidade de identificar o ato criminoso e a pobreza não é causa determinante da criminalidade.
 - Eu também já acreditei nisso, mas encontrei a estrada de Damasco. Se assim fosse, como explicar o crescimento da criminalidade entre jovens ricos?
Apesar de antecipar a maioridade penal, a proposta esclarece que os jovens cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos e “terão a pena substituída por medida socioeducativa, desde que não estejam incursos em crimes inafiançáveis”.

Reunião pró Frente Nacional sobre Drogas ocorrerá dia 1º/2


CFESS convida os/as assistentes sociais a participarem do encontro, em Brasília
(Arte: Rafael Werkema)

No próximo dia 1º de fevereiro, a partir das 10h, o CFESS participará de uma reunião sobre a criação daFrente Nacional de Entidades pela Cidadania, Dignidade e Direitos Humanos na Política Nacional sobre Drogas. O encontro ocorrerá na Escola de Administração Fazendária (ESAF), localizada no Setor de Autarquias Sul em Brasília (DF). Também participarão integrantes do Conselho Federal de Psicologia, da Rede de Economia Solidária e Saúde Mental, do Movimento Moinho Vivo e da Frente Paulista da Luta Antimanicomial.

Lamentavelmente, o ano de 2012 começou com sangrentas cenas de violência policial contra usuários/as de drogas e população em situação de rua na chamada Cracolândia, em São Paulo (SP), seguidas dos eventos com o mesmo teor, gerados pela “operação Salus”, em Goiânia (GO). Tais operações constituem expressiva amostragem do que foi desencadeado a partir do lançamento do Plano de Enfrentamento ao Crack pelo Governo Federal, como destaca a Carta-convite assinada pelas entidades que defendem o enfrentamento das violações de direitos humanos e de cidadania.

Ao analisar o Plano de Enfrentamento ao Crack, as entidades consideram que este Plano, ao enfatizar, na contramão da Reforma Psiquiátrica e das diretrizes da Atenção à Saúde Mental do Sistema Único de Saúde (SUS), a banalização da internação compulsória e o patrocínio oficial do Estado às comunidades terapêuticas, ficaram sufocados, na mensagem do Plano, todos os demais aspectos positivos que o mesmo pudesse conter.

Diante disso, os movimentos sociais e as organizações populares, entidades comprometidas com a defesa do SUS, não podem ficar inertes. É preciso continuar com a luta para evidenciar os prejuízos e contradições que o Plano traz nos aspectos fundamentais das políticas públicas É preciso denunciar os efeitos negativos que ele impõe ao SUS. É preciso também exercer a vigilância e a denuncia da violência do aparato policial lançado contra os/as usuários/as de drogas, enquanto os/as traficantes continuam impunes. 

E para isso, é preciso que as entidades demonstrem sua capacidade de organização como representantes da sociedade civil, exigindo que o governo Dilma reabra as discussões sobre os modos mais adequados de lidar com este delicado problema. Em nome disso, o CFESS convida os/as assistentes sociais a participarem da reunião, a fim de discutir as questões expostas em um campo onde também está presente o trabalho da categoria. 

Leia também: 

Plano de combate ao crack é motivo de polêmica

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação
Diogo Adjuto - JP/DF 7823Assessoria de Comunicaçãocomunicacao@cfess.org.br

Perguntas e Respostas: CREAS e CENTRO POP

Perguntas e Respostas: Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS Esta publicação, organizada em formato didático de perguntas e respostas, tem como objetivo orientar e apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no que diz respeito à implantação, gestão e organização do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).
Título: Perguntas e Respostas: Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS
Tipo de publicação: Cartilha
Data: 2011
Autor: Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) / Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
Organizadores: Departamento de Proteção Social Especial
Resumo: Esta publicação, organizada em formato didático de perguntas e respostas, tem como objetivo orientar e apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no que diz respeito à implantação,  gestão e organização do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).
Referência Bibliográfica: Brasil. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Perguntas e Respostas: Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS. – Brasília, DF: Secretaria Nacional de Assistência Social, 2011. (ISBN: 978-85-60700-54-7)
Contatos para solicitação da publicação impressa: www.mds.gov.br
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Perguntas e Respostas: Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) Esta publicação, organizada em formato didático de perguntas e respostas, tem como propósitos fundamentais orientar e apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no planejamento, implantação, coordenação e acompanhamento do Centro POP e da oferta do Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua.
Título: Perguntas e Respostas: Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP)
Tipo de publicação: Cartilha
Data: 2011
Autor: Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) / Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
Organizadores: Departamento de Proteção Social Especial
Resumo: Esta publicação, organizada em formato didático de perguntas e respostas, tem como propósitos fundamentais orientar e apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no planejamento, implantação, coordenação e acompanhamento do Centro POP e da oferta do Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua.
Referência Bibliográfica: Brasil. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Perguntas e Respostas: Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP). SUAS e População em Situação de Rua, Volume II. – Brasília, DF: Secretaria Nacional de Assistência Social, 2011. (ISBN: 978-85-60700-53-0)
Contatos para solicitação da publicação impressa: www.mds.gov.br
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Inclusão das Pessoas em Situação de Rua no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (versão 2012)

Inclusão das Pessoas em Situação de Rua no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal Esta publicação apresenta orientações necessárias para subsidiar técnicos e gestores quanto à inclusão das pessoas em situação de rua no Cadastro único para Programas Sociais do Governo Federal, bem como a sua vinculação a serviços socioassistenciais, convocando a todos a engajarem-se no compromisso nacional de concretização dos direitos da população em situação de rua e do enfrentamento a pobreza.
Título: Inclusão das Pessoas em Situação de Rua no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal
Tipo de publicação: Cartilha
Data: 2011
Autor: Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) e Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (SENARC) / Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
Organizadores: Departamento de Proteção Social Especial/SNAS/MDS e Departamento do Cadastro Único/SNAS/MDS
Resumo: Esta publicação apresenta orientações necessárias para subsidiar técnicos e gestores quanto à inclusão das pessoas em situação de rua no Cadastro único para Programas Sociais do Governo Federal, bem como a sua vinculação a serviços socioassistenciais, convocando a todos a engajarem-se no compromisso nacional de concretização dos direitos da população em situação de rua e do enfrentamento a pobreza.
Referência Bibliográfica: Brasil. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Inclusão das Pessoas em Situação de Rua no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. SUAS e População em Situação de Rua, Volume I. – Brasília, DF: Secretaria Nacional de Assistência Social, Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, 2011. (ISBN: 978-85-60700-52-3)
Contatos para solicitação da publicação impressa: www.mds.gov.br

Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) e Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua (versão 2012)

Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) e Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua Esta publicação apresenta um conjunto de importantes parâmetros e orientações técnicas que devem subsidiar os municípios e o Distrito Federal no planejamento, implantação e gestão do Centro POP e oferta do Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua. Representa também importante subsídio para que os estados desempenhem seu papel no acompanhamento e apoio técnico aos municípios, no que diz respeito à implantação e gestão desta Unidade e oferta do serviço, podendo, igualmente, subsidiar os Conselhos de Assistência Social no exercício de sua função de controle social, além de esclarecer aos (as) usuários (as) o papel desta Unidade de Referência do SUAS. 

 
Título: Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) e Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua
Tipo de publicação: Caderno
Data: 2011
Autor: Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) / Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
Organizadores: Departamento de Proteção Social Especial
Resumo: Esta publicação apresenta um conjunto de importantes parâmetros e orientações técnicas que devem subsidiar os municípios e o Distrito Federal no planejamento, implantação e gestão do Centro POP e oferta do Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua. Representa também importante subsídio para que os estados desempenhem seu papel no acompanhamento e apoio técnico aos municípios, no que diz respeito à implantação e gestão desta Unidade e oferta do serviço, podendo, igualmente, subsidiar os Conselhos de Assistência Social no exercício de sua função de controle social, além de esclarecer aos (as) usuários (as) o papel desta Unidade de Referência do SUAS.
Referência Bibliográfica: Brasil. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) e Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua. SUAS e População em Situação de Rua, Volume III. – Brasília, DF: Secretaria Nacional de Assistência Social, 2011. (ISBN: 978-85-60700-58-5)
Contatos para solicitação da publicação impressa: www.mds.gov.br

Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS (versão 2012)

Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS Esta publicação apresenta um conjunto de importantes informações e orientações para subsidiar a implantação, organização, gestão, funcionamento e aprimoramento dos CREAS no país. Destina-se a gestores, equipes técnicas e demais trabalhadores das unidades e serviços do SUAS, podendo, também, representar uma importante ferramenta de consulta para gestores e trabalhadores das demais políticas públicas e dos órgãos de defesa de direitos. Seu conteúdo poderá, igualmente, subsidiar, os Conselhos de Assistência Social e representantes dos demais segmentos sociais envolvidos no exercício do controle social, além de esclarecer aos (as) usuários (as) o papel desta Unidade de Referência do SUAS. 

 
Título: Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS
Tipo de publicação: Caderno
Data: 2011
Autor: Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) / Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
Organizadores: Departamento de Proteção Social Especial
Resumo: Esta publicação apresenta um conjunto de importantes informações e orientações para subsidiar a implantação, organização, gestão, funcionamento e aprimoramento dos CREAS no país. Destina-se a gestores, equipes técnicas e demais trabalhadores das unidades e serviços do SUAS, podendo, também, representar uma importante ferramenta de consulta para gestores e trabalhadores das demais políticas públicas e dos órgãos de defesa de direitos. Seu conteúdo poderá, igualmente, subsidiar, os Conselhos de Assistência Social e representantes dos demais segmentos sociais envolvidos no exercício do controle social, além de esclarecer aos (as) usuários (as) o papel desta Unidade de Referência do SUAS.
Referência Bibliográfica: Brasil. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS. – Brasília, DF: Secretaria Nacional de Assistência Social, 2011. (ISBN: 978-85-60700-57-8)
Contatos para solicitação da publicação impressa: www.mds.gov.br

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Concurso Prefeitura de Itacarambi - MG


Mais de 150 vagas com salários de até 2 mil na Prefeitura de Itacarambi - MG
São 156 vagas temporárias de níveis Fundamental, Médio e Superior, regime de trabalho estatutário e salários que variam de R$ 545,00 a R$ 2.000,00 em jornadas de 20, 24, 30 e 40 horas semanais. Essas são as oportunidades oferecidas pela Prefeitura de Itacarambi, Minas Gerais, em processo seletivo simplificado sob responsabilidade técnica da empresa Exame Auditores e Consultores.
INSCRIÇÕES
Para concorrer, o candidato deverá preencher a ficha de inscrição no período de 30 de janeiro até às 23h59 do dia 5 de fevereiro, no site www.exameconsultores.com.br,ou de forma presencial na Prefeitura Municipal, localizada na Praça Adolfo de Oliveira, s/nº, centro, Itacarambi, das 8h às 11h e 13h às 17h. A taxa será de acordo com o cargo, podendo o valor variar de R$ 32,00 a R$ 120,00.
PROVAS
A seleção dos candidatos será composta de prova objetiva para todos, prevista para ser realizada no dia 12 de fevereiro, em locais e horários que serão confirmados com antecedência.
Esse processo seletivo terá a validade de um ano, contado da data da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por uma única vez, por igual período.
CARGOS
Superior - Analista da Educação/Matemática, Assistente Social, Educador Físico, Inspetor de Alunos, Instrutor de Artes, Nutricionista, Pedagogo, Professor de Educação Básica II nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Inglês, História, Geografia, Ciências, Literatura, Educação Religiosa, Informática, Educação Física, Educação Ambiental e Artes, Psicólogo e Supervisor Pedagógico.
Médio - Agente Administrativo, Assistente de Farmácia, Assistente Técnico Educacional, Auxiliar de Bolsa Família, Auxiliar de Cirurgião-Dentista, Auxiliar de Enfermagem, Auxiliar de Informática, Auxiliar de Laboratório, Auxiliar de Secretaria, Auxiliar de Serviços Gerais (Educação), Fiscal Sanitário, Instrutor de Canto, Instrutor de Informática, Instrutor de Percussão, Instrutor de Violão, Monitor Creas/Cras, Monitor do Peti, Monitor ProJovem, Office Boy, Professor de Educação Básica I, Técnico de Higiene Dental e Técnico de Raio X.
Fundamental - Agente de Saúde, Auxiliar de Serviços Gerais (Saúde), Cantineiro e Motorista.

Caderno Assistência Social

Caderno Assistência Social O caderno aborda o tema Assistência Social de uma maneira geral, contendo um breve histórico do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, números do avanço da Assistência Social no Brasil, queda da pobreza e da desigualdade, principais programas como CRAS, CREAS, além de trazer dados relevantes da Assistência Social no Brasil Sem Miséria , considerando também as ações para o futuro
Título: Caderno Assistência Social
Tipo de publicação: Caderno
Data: Dezembro/2011
Autor: MDS
Organizadores: Secretaria Nacional de Assistência Social – Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome


Resumo: O caderno aborda o tema Assistência Social de uma maneira geral, contendo um breve histórico do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, números do avanço da Assistência Social no Brasil, queda da pobreza e da desigualdade, principais programas como CRAS, CREAS, além de trazer dados relevantes da Assistência Social no Brasil Sem Miséria , considerando também as ações para o futuro.
Referência Bibliográfica: (não consta)
Contatos para solicitação da publicação impressa: jose.maciel@mds.gov.br

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Plebiscito “10% do PIB para Educação pública” divulga relatório

Quase 100% dos/as votantes são favoráveis ao investimento reivindicado para a área de Educação
Arte: divulgação

Uma das atividades da Campanha "10% do PIB para a Educação Pública, já!", apoiada pelo CFESS, foi o Plebiscito Popular com a pergunta "Você concorda com o investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na Educação Pública já?". Encerrado em dezembro de 2011, o plebiscito agora teve seu resultado divulgado por meio de um relatório elaborado pelo Comitê Nacional da Campanha.

A reunião ocorreu em São Paulo (SP) e contou com a presença de entidades nacionais como o ANDES-SN, a CSP – Conlutas e o MTST. No relatório divulgado, o plebiscito registrou aproximadamente 360 mil votos, dos quais cerca de 352 mil favoráveis ao investimento de 10% do PIB do Brasil em educação pública.

Um dos encaminhamentos agora será o de enviar uma carta do Comitê Nacional aos/às parlamentares, registrando as reivindicações da Campanha e os resultados do plebiscito. Além disso, o Comitê está organizando uma delegação para comparecer à votação do Plano Nacional de Educação (PNE) na Câmara dos Deputados no dia 8 de fevereiro, para pressionar mais uma vez a Casa nesta luta. 

Segundo a coordenadora da Comissão de Formação Profissional do CFESS, Juliana Melim, o resultado do plebiscito expressa a luta de sujeitos individuais e coletivos na defesa da educação enquanto direito fundamental de todas as pessoas. "O Plebiscito foi um impulso para a Campanha, que deve continuar e ganhar força em 2012, quando o novo PNE deve ser votado pelo Congresso Nacional. Os problemas que atingem a educação brasileira são bem conhecidos e estão cotidianamente nas manchetes dos jornais. Temos, por exemplo, o não cumprimento, por 17 estados, do Piso Nacional do Professor e 13 milhões de analfabetos e 50 milhões de analfabetos funcionais no país. Sem verbas não se viabiliza a educação pública e de qualidade que defendemos, aquela capaz de ampliar a consciência social, comprometida com as transformações sociais em prol de uma sociedade justa e igualitária", definiu a conselheira.

Mas por que 10%?
Segundo o ANDES-SN, esta não é uma discussão de agora. Há mais de dez anos, os setores organizados ligados à educação formularam o Plano Nacional de Educação (PNE), no qual professores, entidades acadêmicas, sindicatos, movimentos sociais e estudantes elaboraram um cuidadoso diagnóstico da situação da educação brasileira, indicando metas concretas para a real universalização do direito de todos à educação. Segundo o estudo, é necessário um mínimo de investimento público da ordem de 10% do PIB nacional. Entretanto, hoje o Brasil aplica menos de 5% do PIB nacional em Educação. "Desde então já se passaram 14 anos e a proposta de Plano Nacional de Educação em debate no Congresso Nacional define a meta de atingir 7% do PIB na Educação em ... 2020!!!", alerta o documento.

"O argumento do Ministro da Educação, em recente audiência na Câmara dos Deputados, foi o de que não há recursos para avançar mais do que isso. Essa resposta não pode ser aceita. Investir desde já 10% do PIB na educação implicaria em um aumento dos gastos do governo na área em torno de 140 bilhões de reais. O Tribunal de Contas da União acaba de informar que só no ano de 2010 o governo repassou aos grupos empresariais 144 bilhões de reais na forma de isenções e incentivos fiscais. Mais de 40 bilhões estão prometidos para as obras da Copa e Olimpíadas. O Orçamento da União de 2011 prevê 950 bilhões de reais para pagamento de juros e amortização das dívidas externa e interna (apenas entre 1º de janeiro e 17 de junho deste ano já foram gastos pelo governo 364 bilhões de reais para este fim). O problema não é falta de verbas públicas. É preciso rever as prioridades dos gastos estatais em prol dos direitos sociais universais", diz outro trecho do documento.

Veja o documento do ANDES-SN assinado pelo CFESS

Leia também:

Vem aí o plebiscito popular pelos 10% do PIB para a educação pública

Queremos a aplicação de 10% do PIB na Educação pública

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

Diogo Adjuto - JP/DF 7823Assessoria de Comunicaçãocomunicacao@cfess.org.br

Serviço Social na Educação: uma luta do Conjunto CFESS-CRESS

Leia os documentos produzidos pelos Conselhos Federal e Regionais sobre a temática
Reprodução da capa da cartilha de 2001

Na última semana, a cartilha "Serviço Social na Educação", de 2001, sobre a inserção do/a assistente social nesse campo de atuação, foi disponibilizada no site do CFESS. O documento tem a finalidade de contribuir com o processo de discussão sobre a presença do Serviço Social na educação.

Para continuar essa discussão, o Conselho Pleno do CFESS aprovou a renovação do contrato de assessoria do professor Ney Teixeira, que já vem contribuindo neste debate, inclusive no processo de elaboração do documento "Subsídios para o Debate sobre Serviço Social na Educação", já encaminhado aos CRESS e Seccionais para contribuir nos debates sobre essa temática.

O intuito do documento é o de contribuir para o aprofundamento da reflexão sobre uma concepção de educação coerente com o projeto ético-político profissional que, por sua vez, oriente o debate das particularidades do trabalho do/a assistente social na política de Educação. No texto, o documento registra que "a inserção da/o assistente social na Educação, no Brasil, é tão remota quanto a história de nossa profissão neste país.

Mas é a partir do amadurecimento do projeto ético-político profissional, na década de 90, que se identifica uma crescente participação do Serviço Social na área da educação. Desde 1995, cresce o número de trabalhos científicos inscritos no CBAS nesta área. A partir do 30º Encontro Nacional, em 2001, pela primeira vez, houve proposições para esta área, que resultou na constituição de um Grupo de estudos sobre o Serviço Social na Educação. Este grupo construiu a brochura intitulada 'Serviço Social na Educação' (já disponível no site do CFESS), que problematizou a educação como direito social, a função social da escola , e a importância do Serviço Social nas escolas e na  educação como um todo".

Também a partir desta ultima década, o Conjunto CFESS-CRESS vem monitorando mais assiduamente os projetos de lei para inserção do Serviço Social nesta política, nos estados e municípios (CRESS) e no país (CFESS). Durante a gestão CFESS-CRESS 2008-2011, o Grupo de Trabalho do Serviço Social na Educação se reconstituiu e, de lá até o presente momento, vem se reunindo regularmente para materializar as deliberações do Conjunto sobre o tema. Desde 2010, o GT conta com a assessoria do Prof Ney Teixeira, fundamental para organizar, estruturar, contribuir e sistematizar o Documento "Subsidios para o Serviço Social na Educação".

Evidentemente, este documento não inaugura uma discussão sobre o assunto, mas pretende contribuir, por meio de um levantamento de experiências em diferentes modalidades na área da educação, em que assistentes sociais estão inseridos/as hoje no Brasil, apresentar uma análise sobre produções teóricas, trazer orientações, como sugestão de conteúdo para proposições de projetos de lei sobre a inserção do Serviço Social na área, apontar as reflexões teóricas e políticas que permearam a constituição de GTs do Conjunto CFESS-CRESS sobre o Serviço Social na Educação, servir de referência para a construção de um documento final, após as discussões do l Seminário Serviço Social na Educação.

"Convidamos todas/os as/os assistentes sociais a ler este documento e a adensar a luta pela inserção da categoria na educação em todo o território brasileiro, aprofundando o debate entre nós, com os/as profissionais da área da educação, e com a sociedade, na certeza de que temos competência legal, teórica, operacional, ética e política para contribuirmos para a materialização da educação, como direito social fundamental na construção de uma sociedade emancipada", registra a conselheira do CFESS e integrante do GT, Maria Elisa Braga.

Seminário Nacional
Várias ações serão realizadas em 2012, na direção desta luta. A começar pela reunião da comissão organizadora do Seminário Nacional "Serviço Social na Educação", que ocorrerá nos dias 19 e 20 de janeiro de 2012, em Maceió (AL). A comissão, composta por integrantes do CFESS e do CRESS-AL, dará continuidade à preparação do evento.

Previsto para os dias 31 de maio e 1º de junho do próximo ano, o evento concretizará mais uma deliberação do 40º Encontro Nacional CFESS-CRESS, e será realizado na capital alagoana, Maceió, durante dois dias. Como tradicionalmente ocorre com eventos organizados pelo Conjunto, a inscrição será gratuita e o Seminário Nacional abrirá vagas para até 800 participantes. As informações sobre inscrições e programação serão divulgadas no site do CFESS, posteriormente.

Precedido pelos seminários regionais, o Seminário Nacional Serviço Social na Educação trará ao Conjunto CFESS-CRESS a oportunidade de debater um assunto que vem se configurando, ao longo da história de constituição da profissão, como demanda constante e crescente aos/às profissionais de Serviço Social, produzida com significativos e importantes avanços, porém permeada ainda por inúmeras dificuldades e incertezas, sobretudo no que se refere à forma de inserção profissional na política social de educação e à socialização do debate acumulado entre a categoria.

Para a conselheira Maria Elisa Braga, a participação da categoria no evento é fundamental para o aprofundamento da discussão sobre o tema na categoria. "A ideia é fortalecer as ações profissionais na política de Educação, bem como as lutas sociais em defesa de uma educação emancipadora, sempre na perspectiva da defesa dos direitos da classe trabalhadora, direção construída pelo Serviço Social brasileiro", definiu.

Leia o documento "Subsídios para o Debate sobre Serviço Social na Educação"

Veja a cartilha "Serviço Social na Educação", de 2001

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

Diogo Adjuto - JP/DF 7823Assessoria de Comunicaçãocomunicacao@cfess.org.br

Congresso aprova Plano Plurianual 2012-2015, que destaca obras do PAC e combate à miséria

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgoFHQ0AzTDO9j8k2TjHhFMzyfv27PX2FQyjvCXoKZmAZvu-IGdKUY9M1OTEb9O5Nj_5ZTnJOwucBfj5aXW9TRc38fbxjkS-g1LZHZPc1qTW3_8OaKZbMGUBiaplm1EFRf-yeUdkcjUG9w/s1600/PPA+2011.jpgO Congresso Nacional (Câmara e Senado) aprovou, há pouco, em votação simbólica, o Plano Plurianual (PPA) para o período 2012-2015. O PPA prevê investimentos de R$ 5,4 trilhões para os próximos quatro anos. No plano aprovado hoje pelos deputados e senadores estão as prioridades do restante do mandato da presidenta Dilma Rousseff como, também, do primeiro ano de governo do presidente da República a ser eleito em 2014.
O PPA apresenta, de forma detalhada, as principais ações que serão executadas nos próximos quatro anos. As prioritárias integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Plano Brasil Sem Miséria. Também estão previstas no PPA 2012-2015 a construção de 2 milhões de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida; a inclusão de 495 mil domicílios rurais no Programa Luz para Todos; a construção, recuperação e manutenção de 14,7 mil quilômetros (km) de rodovias e 4,5 mil km de ferrovias; e a expansão da rede de banda larga (com acesso à internet rápida) para mais de 40 milhões de usuários, entre outras ações.

Edição: Vinicius Doria

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-12-20/congresso-aprova-plano-plurianual-2012-2015-que-destaca-obras-do-pac-e-combate-miseria 



Comissão da Câmara aprova projeto que proíbe pais de baterem nos filhos

BRASÍLIA - Comissão especial da Câmara aprovou na tarde desta quarta-feira, 14, o projeto de lei que altera o Estatuto da Criança e Adolescente e proíbe os pais de aplicarem castigo físico a crianças e adolescentes. Conhecida como Lei da Palmada, a proposta foi aprovada simbolicamente e por unanimidade. 

Teresa Surita, relatora da Lei da Palmada, durante a sessão na Câmara - Beto Barata/AE
Teresa Surita, relatora da Lei da Palmada, durante a sessão na Câmara
Para aprovar a nova lei, que terá ainda de ser discutida pelo Senado, a relatora Teresa Surita (PMDB-RR) concordou em alterar seu parecer e substituir a expressão "castigo corporal" por "castigo físico".
A proposta prevê multa de três a 20 salários mínimos para médicos, professores e agentes públicos que tiverem conhecimento de castigos físicos a crianças e adolescentes e não denunciarem às autoridades.
Atualmente, a Constituição e a ECA já proíbem agressão e maus-tratos contra crianças e adolescentes, mas o texto promete ser mais claro na definição sobre o crime e as penas.
Pais que maltratarem os filhos, além da advertência, deverão ser encaminhados a cursos de orientação e tratamento psicológico ou psiquiátrico. Em caso de reincidência, poderão perder a guarda da criança e ter o contato com ela proibido.
A criança que sofrer a agressão deverá ser encaminhada a tratamento especializado e poderá ser encaminhado para os conselhos tutelares.

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Com cerca de 82 mil profissionais em todo o Brasil, a PL 5278/2009 prevê a fixação de um piso salarial para as (os) Assistente Sociais de R$ 3.720,00 e jornada de trabalho de 30h semanais.

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