Mostrando postagens com marcador MDS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MDS. Mostrar todas as postagens

Registro de informações nos Cras e Creas é tema de teleconferência do MDS

Programa será transmitido ao vivo pela TV NBR e pelos sites do governo na internet no dia 16, quarta, com participação de técnicos do MDS. Eles explicarão a Resolução CIT 04/2011, que trata dos instrumentos de vigilância socioassistencial. 
 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIgpDm35GN_yOPXg0HJfB-xW_Ndsrcen-gFfm93CTQNBKhc7suR2M5UgiooDyIL9QXwJItkybA4YU3BNA1qhIkCUAoKssSrLXxFMbNowHNxo51Q5M1duMgnZqcTUdIkH5vYICI30PLyhQg/s1600/CNPq+Edital+contempla+avalia%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+programas+vinculados+ao+MDS.jpg
 
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) promove nesta quarta-feira (16), às 10h, teleconferência sobre o registro de informações nos Cras e Creas como instrumento para vigilância socioassistencial: um debate sobre a Resolução CIT 04/2011.

O evento será transmitido ao vivo pela NBR, TV do Governo Federal. Os convidados da teleconferência são:
– Simone Albuquerque, diretora do Departamento de Gestão do Suas;

– Luís Otávio Farias, coordenador-geral dos Serviços de Vigilância Social;

– Socorro Tabosa, coordenadora-geral de Serviços Socioassistenciais a Famílias, no Departamento de Proteção Social Básica;

– Juliana Fernandes, coordenadora-geral de Serviços Especializados a Famílias e Indivíduos, no Departamento de Proteção Social Especial.

A teleconferência será exibida ao vivo para todo o Brasil pela TV NBR, do Governo Federal, das 10h às 11h30. A transmissão ocorrerá também pela internet. O público poderá formular perguntas e participar por telefone e e-mail que serão divulgados no início do programa.

A captação do sinal da NBR, conforme parâmetros indicados abaixo, poderá ser feita de várias formas.

Como assistir
1) Pelo canal 146 da Sky TV e pelos canais da NET (TV a cabo por assinatura).

2) Nos sites da EBC (http://www.ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr/nbr-ao-vivo) e da Presidência da República (www.imprensa.planalto.gov.br) é possível assistir ao vivo pela internet.

3) E pelos sites do Twitter (www.twitter.com/tvnbr) e do Youtube (www.youtube.com/tvnbr).

4) link do stream: http://200.130.35.33:6500/nbr.wmv?data_proto=http&rota=200.130.15.55_7007&encoder=wme&format=wmv&resource=/nbr.wmv
Ascom/MDS
3433-1021

Expansão dos serviços de proteção social básica é tema de teleconferência


Programa produzido pelo MDS será transmitido ao vivo pela TV NBR e pela internet na próxima segunda-feira (3), das 10h às 11h30. A Proteção Social Básica busca prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Destina-se à população que vive em situação de fragilidade
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) apresenta, nesta segunda-feira (3), teleconferência sobre a expansão dos serviços de proteção social básica para este ano. Para discutir essas ações no âmbito do Plano Brasil Sem Miséria, participarão da teleconferência a secretária nacional de Assistência Social adjunta, Valéria Goneli; a diretora do Departamento de Proteção Social Básica, Aidê Almeida; e a coordenadora geral de Serviços Socioassistenciais às Famílias, Socorro Tabosa.

O programa será transmitido ao vivo pela NBR, TV do Governo Federal, das 10h às 11h30. 

A transmissão ocorrerá também pela internet. O público poderá formular perguntas e participar por telefone e e-mail que serão divulgados no início do programa.

A captação do sinal da NBR poderá ser feita de várias formas:1) Pelo canal 146 da Sky TV e canais da NET (TV a cabo por assinatura); A Proteção Social Básica busca prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Destina-se à população que vive em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos (discriminações etárias, étnicas, de gênero ou por deficiências).

Essa proteção prevê o desenvolvimento de serviços, programas e projetos locais de acolhimento, convivência e socialização de famílias e de indivíduos. Esses serviços e programas deverão incluir as pessoas com deficiência e ser organizados em rede, de modo a inseri-las nas diversas ações ofertadas. Os benefícios eventuais e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) compõem a Proteção Social Básica.

A Proteção Social Básica atua por intermédio de diferentes unidades. Dentre elas, destacam-se os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e a rede de serviços socioeducativos direcionados para grupos específicos, dentre eles, os centros de convivência para crianças, jovens e idosos.

BPC na Escola abre nova adesão para municípios a partir desta quinta

A partir desta quinta-feira (15), inicia-se novo processo de adesão dos municípios, estados e Distrito Federal ao programa BPC na Escola. Mais de 2,6 mil municípios, incluindo todas as capitais, integram a iniciativa desde 2008. Esta é a oportunidade de renovar a adesão e de novos municípios começarem a participar.

Para aderir, a prefeitura deve acessar o Módulo de Adesão do Sistema BPC na Escola e preencher o Termo de Adesão. Ao entrar no programa, o município assume o compromisso de identificar, acompanhar e monitorar o acesso e a permanência na escola de crianças e adolescentes com deficiência, de até 18 anos, que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Os municípios que já fazem parte também deverão preencher o termo de adesão. “Quem aderiu em 2008 terá que reafirmar o compromisso de incluir crianças e adolescentes com deficiência no programa, para que elas possam ter acesso e permanecer na escola”, explica a coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS, Elyria Credídio.

A gestão, a regulação e a implantação do BPC na Escola são feitas pelo grupo gestor interministerial (GGI), formado por representantes do MDS e dos ministérios da Educação e da Saúde e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Para explicar o processo, o GGI promoverá, a partir desta semana, sete videoconferências com gestores e técnicos dos estados e das capitais. Serão sanadas dúvidas e apresentado o módulo do sistema que permite o registro do atendimento socioassistencial dos beneficiários pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).


Cronograma das videoconferências do BPC na Escola
Dirigentes dos órgãos gestores e equipes técnicas das políticas responsáveis pelo programa e grupos gestores
DataHoraEstados
15 de setembro (quinta-feira)das 9h às 12hno Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e capitais (Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis)
15 de setembro (quinta-feira)das 14h às 18hno Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo e capitais (Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo)
16 de setembro (sexta-feira)das 9h às 12hno Amapá, Pará e Roraima e capitais (Macapá, Belém e Boa Vista)
16 de setembro (sexta-feira)das 14h às 18hno Acre, Amazonas, Rondônia e Tocantins e capitais (Rio Branco, Manaus, Porto Velho e Palmas)
19 de setembro (segunda-feira)das 9h às 12hem Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Sergipe e capitais (Maceió, Salvador, João Pessoa e Aracaju)
19 de setembro (segunda-feira)das 14h às 18hno Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte e capitais (Fortaleza, São Luís, Teresina e Natal)
20 de setembro (terça-feira)das 9h às 12hno Distrito Federal e em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e capitais (Goiânia, Cuiabá e Campo Grande)


As videoconferências poderão ser assistidas, ao vivo, em salas do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) em cada capital e pela internet. Confira aqui os contados regionais do Datasus.

Os gestores e técnicos poderão enviar perguntas e questionamentos durante a transmissão, pelo correio eletrônico bpcnaescola@mds.gov.br.

Números – O BPC na Escola provocou aumento de 21% para 53% no índice de presença na escola de jovens atendidos pelo BPC. Em 2007, dos 375.340 crianças e adolescentes beneficiários, 78 mil estavam na escola. Em 2010, o número saltou para 229.017 dos 435.928 beneficiários nessa faixa etária.

Informações para a imprensa
Ana Soares e Cristiane Hidaka
            (61) 3433-1065      
www.mds.gov.br/saladeimprensa

Portal do MDS disponibiliza vídeos para conselheiros do Bolsa Família


Com o objetivo de apoiar a atuação dos conselheiros das instâncias de controle social do Bolsa Família (ICS), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) está lançando a série de capacitações com 12 videoaulas voltadas àqueles que acompanham o Cadastro Único e o programa de transferência de renda.

A ICS possui importante papel na implantação do programa, estabelecendo parceria com o poder público na busca de soluções criativas e negociadas para a melhoria das condições de vida de milhões de pessoas. Por isso, é importante que os conselheiros compreendam e exerçam efetivamente seu papel e que reconheçam sua relevância. Com layout didático e ilustrativo, cada capítulo da série apresenta um pouco da realidade dessas Instâncias, destacando a importância da participação social nas políticas públicas. O público-alvo é formado por todos que atuam no Bolsa Família. Os vídeos podem ser exibidos em encontros, reuniões e atividades com beneficiários nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), escolas e outros espaços. 
A série está disponível nas páginas de Controle Social e Capacitação, pelo canal no YouTube.

Para baixar os vídeos e necessária a instalação do Programa VDownloader, no link abaixo:
 
 
Após a instalação basta acessar cada link abaixo e copiá-lo para o programa de download:
Vídeo 1 - A Participação Social

Video 2 - O Controle Social

Vídeo 3 - O Programa Bolsa Família

Vídeo 4 - As Instâncias de Controle Social

Vídeo 5 - A Atuação dos Conselheiros das Instâncias de Controle Social

Vídeo 6 - O dia-a-dia das Instâncias de Controle Social

Vídeo 7 - A Articulação e a Integração para o Controle Social do Programa Bolsa Família

Vídeo 8 - A Instância de Controle Social e o Orçamento Público Municipal

Vídeo 9 - O Índice de Gestão Descentralizada
http://www.youtube.com/user/mdscomunicacao?feature=mhee#p/c/980B36E40B75E1C8/3/tvWiVJQ2yV0

Vídeo 10 - A Instância de Controle Social na Fiscalização do Programa Bolsa Família
 
Vídeo 11 - Ações que Fortalecem o Controle Social

Vídeo 12 - A Postura Ética dos Conselheiros do Bolsa Família
http://www.youtube.com/user/mdscomunicacao?feature=mhee#p/c/980B36E40B75E1C8/0/eWigz5vFlO4



Fernanda Lattarulo
Ascom/MDS
(61) 3433-1106
www.mds.gov.br/saladeimprensa


Brasil Sem Miséria é tema de teleconferência do MDS no dia 8 de agosto

O Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) promove, no dia 8 de agosto, o evento nacional de mobilização do Plano Brasil Sem Miséria. No formato de teleconferência, o encontro ocorre entre 14h e 16h e reúne equipes ministeriais, estaduais e municipais de todo o País. Será transmitido ao vivo pelo canal NBR, do Governo Federal, e pela internet, por meio dos sites da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e do Brasil Sem Miséria.
http://www.aquiacontece.com.br/_EDITORIAS/politica/2661_img_chamada.jpgO objetivo é compartilhar informações, esclarecer dúvidas e acolher sugestões vindas dos estados e dos municípios para o Plano Brasil Sem Miséria. O MDS conta com a colaboração de governadores e prefeitos para organizar a participação de relevantes atores governamentais dos estados e municípios.
A colaboração dos chefes dos Executivos estaduais e municipais é indispensável para a ampla divulgação do Brasil Sem Miséria, bem como para a promoção da participação social e do esforço comum e articulado para superar definitivamente a pobreza extrema no Brasil. “Isso só será real se contarmos com o entusiasmo, envolvimento e a dedicação de todos. Temos que garantir que nosso sonho se transforme em medidas que de fato mudem a vida dos que hoje, ainda vivem na miséria”, afirma a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
O Plano Brasil Sem Miséria
O Plano Nacional para Superação da Extrema Pobreza “Brasil Sem Miséria”, lançado pela presidenta Dilma Rousseff em 2 de junho passado, tem como objetivo elevar a renda e as condições de bem-estar da população em situação de pobreza extrema. O Brasil Sem Miséria é direcionado aos brasileiros que vivem em lares cuja renda familiar mensal é de até R$ 70 por pessoa. De acordo com o Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estão nessa situação 16,2 milhões de brasileiros.
O Brasil Sem Miséria agrega transferência de renda, acesso a serviços públicos nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, entre outras, e inclusão produtiva. Com um conjunto de ações que envolvem a criação de novos programas e a ampliação de iniciativas já existentes, em parceria com estados, municípios, empresas públicas e privadas e organizações da sociedade civil, o Governo Federal quer incluir a população mais pobre nas oportunidades geradas pelo forte crescimento econômico brasileiro.
O sucesso do Brasil Sem Miséria depende do engajamento dos chefes dos Executivos estaduais e municipais, além do efetivo envolvimento dos diferentes gestores das áreas de assistência social, saúde, educação, previdência e trabalho, entre outras. O somatório dos esforços dos três níveis de governo permitirá criar um círculo virtuoso da inclusão social, produtiva e política, daqueles que, historicamente, têm ficado de fora dos benefícios do desenvolvimento. O Governo Federal defende a idéia de que somente uma atuação conjunta e integrada será capaz de vencer os obstáculos que mantêm importantes segmentos da população presos à sua condição de pobreza extrema.
Para mais detalhes sobre o plano, acesse o portal www.brasilsemmiseria.gov.br.
Como participar do evento no dia 8 de agosto, das 14h às 16h
Para assistir, via TV e internet, link do stream e acesso:

Informações complementares
Cidades que captam o sinal da NBR pela NET
12 – Anápolis – GO
2 – Belo Horizonte – MG
19 – Blumenau – SC
13 (analógica) – 05 (digital) Brasília – DF
6 – Campinas – SP
9 – Campo Grande – MS
19 – Florianópolis – SC
10 – Goiânia – GO
6 – Indaiatuba – SP
15 – Porto Alegre – RS
7 – Ribeirão Preto – SP
4 – Rio de Janeiro – RJ
14 – Santos – SP
7 – São José do Rio Preto – SP
5 – São Paulo – SP
OiTV: 905 – Rio de Janeiro
Recepção digital de satélite por antena parabólica
Satélite: Star One C2
Posição Orbital do Satélite: 70°W
Polarização: Horizontal
Frequência: 3632
Padrão: DVB-S
Symbol Rate: 4.6875
FEC 3/4
PID de vídeo: 0308
PID de audio: 0256
PID de PCR: 8190
Recepção analógica de satélite por antena parabólica
Satélite: Star One C2
Posição Orbital do Satélite: 70°
Freq.: 4030
Banda L: 1120
Sugestões para organizar o evento nos estados e municípios
O MDS sugere, para a organização do evento de mobilização do Brasil Sem Miséria nos estados e municípios:
  • Reservar um local com telão para televisão ou computador com acesso a banda larga e telefone (se avaliar necessário).
  • Convidar para participar da reunião de trabalho os secretários das áreas afetas ao Plano Brasil Sem Miséria (assistência social, saúde, educação, trabalho, desenvolvimento agrário ou equivalente, meio ambiente ou equivalente); representantes de órgãos federais com escritórios ou agências no estado ou município, quando for o caso (Conab, INSS, Embrapa, Incra, Ibama, DRT, BB, CEF); representantes de órgãos regionais, quando for o caso (Sudene, Basa, BNB, Chesf); e outros parceiros, como o Sebrae e demais integrantes do Sistema S, entre outros.
  • Organizar o debate e a participação dos convidados no evento nacional. Para tanto, recomenda-se que os convidados tenham acessado o portal do Brasil Sem Miséria com antecedência (www.brasilsemmiseria.gov.br), de modo a se familiarizar com o conteúdo do plano. Como contribuição, apresentamos uma proposta de agenda:

13h30-14h: Abertura. Chefe do Executivo (governador ou prefeito) dá as boas vindas e compartilha os objetivos da reunião. Se avaliar pertinente, promover uma rápida rodada de apresentação dos participantes.
14h-16h: Conexão com o evento nacional (via TV ou internet). Entre as 14h e as 15h, o Governo Federal apresentará o Brasil Sem Miséria. Das 15h às 16h, a ministra Tereza Campello responderá a perguntas enviadas pelas equipes dos estados e municípios por e-mail, telefone, Facebook ou Twitter. Nesse momento, o apoio do chefe do Executivo é fundamental para organizar rapidamente os comentários dos participantes da reunião e enviá-los a Brasília durante a realização do evento (por telefone, e-mail, Facebook ou Twitter). Importante: como nem tudo poderá receber respostas ao vivo, devido ao curto espaço de tempo, o MDS se encarregará de registrar todas as comunicações recebidas para, posteriormente, devolver as respostas de forma consolidada. O ideal seria que a Secretaria de Assistência Social se responsabilizasse por elaborar um breve registro da reunião, relatando presenças e comentários, sugestões, propostas e dúvidas. Esse relato deverá ser enviado ao endereço eletrônico contato@brasilsemmiseria.gov.br.
Para tirar dúvidas ou para mais informações, use o e-mail contato@brasilsemmiseria.gov.br.
Ascom/MDS
(61) 3433-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa

4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

http://www4.planalto.gov.br/consea/banners/4a-conferencia-nacional-de-seguranca-alimentar-e-nutricional/image

A 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional acontece num momento relevante na já longa mobilização social pelo direito humano à alimentação adequada e saudável e pela soberania e segurança alimentar e nutricional no Brasil.
Além dos avanços já obtidos em razão de firme decisão política e intensa participação social, o direito à alimentação está na Constituição Federal e um Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional está em fase de elaboração.
Por esta razão, o direito à alimentação foi escolhido como lema da 4ª Conferência Nacional, tornando-a um grande momento de celebração do compromisso de governos e sociedade com a promoção da segurança alimentar e nutricional.
O processo da 4ª Conferência Nacional, que inclui conferências municipais, regionais ou territoriais, distrital e estaduais, e encontros temáticos nacionais, deverá ser mais um passo para tornar o espírito da lei um princípio reconhecido e de acesso universal do direito à alimentação.
Com a presença de 2 mil participantes, entre representantes do governo e da sociedade civil, observadores e convidados nacionais e internacionais, a 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional acontece de 7 a 10 de novembro de 2011, em Salvador (BA). 

Censo Suas 2010 mostra aumento de unidades de assistência social em todo o País

Levantamento comprova crescimento de 20% dos Cras e de 32% dos Creas entre 2009 e 2010. Estudo apresentado pelo MDS nesta quinta-feira traz ainda informações sobre a gestão da assistência social nos municípios, os conselhos de assistência social e as entidades conveniadas
Bruno Spada/MDS
Plateia do Encontro Nacional de Monitoramento do Suas
Brasília, 21 – O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) apresentou, nesta quinta-feira (21), os números do Censo do Sistema Único de Assistência Social (Suas) referente a 2010. A apresentação dos dados acontece durante o Encontro Nacional de Monitoramento do Suas, que começou na noite desta quarta-feira (20) e prossegue até a sexta (22), no Hotel Grand Bittar, em Brasília.

Representantes do MDS, secretarias, conselhos e entidades da assistência social participam do encontro. O objetivo é avaliar em conjunto os desafios para aprimorar o Suas e qualificar os serviços, programas e benefícios oferecidos à população. “Esse monitoramento traz dados da estrutura física da política de assistência social. Dá-nos indicativos de planejamento, o que precisa ser aperfeiçoado, o que já existe e o que pode ser referência”, explica a secretária nacional de Assistência Social do MDS, Denise Colin.

O monitoramento é realizado anualmente desde 2007 para mapear as unidades públicas de atendimento e monitorar os serviços ofertados nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Os resultados trazem informações sobre as secretarias estaduais e municipais de Assistência Social, a formação e o vínculo empregatício dos trabalhadores e estrutura e funcionamento dos conselhos e das entidades conveniadas. “O objetivo (do Suas) é atingir a cobertura dos municípios em sua totalidade, com números proporcionais de equipe e estrutura”, explica Denise Colin.

Censo Suas -
O número de Centros de Referência de Assistência Social (Cras) aumentou de 4.195 unidades em 2007 para 6.801 em 2010. No mesmo período, o número de municípios que contam com pelo menos um Cras – que funciona como porta de entrada da população no Sistema Único de Assistência Social (Suas) – subiu de 3.159 para 4.720. O maior crescimento (76%) foi nos municípios com até 20 mil habitantes. As grandes metrópoles registraram aumento de 24% na quantidade desses equipamentos públicos. Somente entre 2009 e 2010, mais de mil novas unidades do Cras foram implantadas no País (veja tabela abaixo).

O retrato da evolução do sistema público de assistência social compõe o Censo 2010 do Suas, cujos resultados foram apresentados nesta quinta-feira (21), durante o Encontro Nacional de Monitoramento do Suas. O Censo 2010 foi respondido por mais de 4,7 mil municípios entre agosto e dezembro. Os dados subsidiarão o aperfeiçoamento da política de assistência social e contribuem para que governos e sociedade conheçam a realidade dos serviços do setor.

 
tabeladestaquehoje.jpg

Os Cras são estruturas destinadas a articular os diversos serviços da assistência social, prevenir situações de vulnerabilidade e risco e fazer o encaminhamento para outros serviços da rede e para outras políticas públicas. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), por sua vez, responde pela proteção social de média complexidade. Oferece serviços de atenção especializada de apoio, orientação e acompanhamento a indivíduos ou famílias com um ou mais de seus membros envolvidos em situação de ameaça ou violação de direitos.
Em relação aos Cras, o Censo Suas 2010 revela que mais de 90% das unidades oferecem atividades relacionadas ao Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), o que abrange o acompanhamento de indivíduos e de suas famílias e a realização de oficinas. Cerca de 277 mil famílias passaram a ser acompanhadas pelo Paif em agosto de 2010, totalizando 2 milhões de famílias atendidas pelo programa. Dessas, 50% são beneficiárias do Programa Bolsa Família.

Além do avanço no número de Cras, o Censo Suas 2010 mostra ainda que os Creas tiveram aumento de 32% entre 2009 e 2010. Passaram de 1,2 mil unidades em 1.099 municípios, em 2009, para 1.590 Creas em 1.463 municípios até agosto de 2010. As regiões Nordeste e Sudeste concentram o maior número de unidades (veja abaixo).
 
tabeladestaquehojeatualizada.jpg

Novidades – O Censo Suas 2010 apurou, pela primeira vez, as características da gestão do sistema em âmbito estadual e municipal, além de mapear os conselhos de assistência social e as entidades conveniadas. De acordo com o levantamento, dos 27 estados, 11 possuem secretarias exclusivas de Assistência Social. Nos outros 16, as secretarias funcionam em conjunto ou subordinadas a outras políticas setoriais. No plano municipal, predominam as secretarias exclusivas de Assistência Social em todas as regiões do País, variando entre 57% na Região Sul e 82% no Nordeste.

Dos mais de 4,7 mil municípios que responderam ao Censo Suas 2010, em todas as regiões, mais de 90% já constituíram seus respectivos Conselhos Municipais de Assistência Social, com aproximadamente 48 mil conselheiros no total. No plano estadual, todas as unidades federadas têm seus Conselhos Estaduais de Assistência Social. Em 82% delas, o cargo de secretário executivo está formalizado por lei, decreto, portaria ou outro instrumento legal.
As entidades privadas conveniadas ao Suas também foram mapeadas pela primeira vez no Censo 2010. De acordo com o levantamento, elas totalizam cerca de 9,3 mil, a maior parte nas regiões Sudeste (5,1 mil) e Sul (2,2 mil). O Nordeste possui em torno de 1,1 mil entidades conveniadas, enquanto no Centro-Oeste e no Norte, respectivamente, há 605 e 321 entidades.

Consolidação – O Suas completou seis anos de funcionamento no último dia 15 e agora é lei, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 6 de julho. O sistema tem garantido proteção social à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice, por meio de uma rede descentralizada que envolve gestores de 99,5% dos municípios brasileiros. Baseado no modelo do Sistema Único de Saúde (SUS), o Suas organiza atendimento e serviços ofertados à população de maneira não contributiva, ou seja, não se paga para receber os benefícios e serviços garantidos por lei como direito das pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade.

Ana Nascimento/MDS
Denise Colin, Simone Albuquerque e Rafael Barreto na apresentação do Censo Suas
As informações do Censo Suas permitem aos gestores e técnicos, aos conselheiros e aos cidadãos conhecer melhor os avanços e desafios da institucionalização do sistema. Os dados ganham especial importância com o fortalecimento do Suas como eixo estruturante do sistema de proteção social brasileiro e com os desafios dados pelo Plano Brasil Sem Miséria.

Abertura do Encontro – Os secretários nacionais do MDS, Denise Colin – Assistência Social; Ana Fonseca - Superação da Extrema Pobreza e Paulo Jannuzzi – Avaliação e Gestão da Informação participaram da abertura do Encontro Nacional de Monitoramento do Suas, na noite desta quarta-feira (20).

O Censo Suas foi realizado pela Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS), em parceria com a Secretaria Nacional de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi) do MDS. O secretário Paulo Jannuzzi lembrou que o trabalho conjunto possibilitou o aprimoramento do Censo Suas. “Começamos este processo em 2007, com alguns registros. Hoje, o Censo tem sete questionários abarcando todo o Suas e vamos qualificar ainda mais essa avaliação ao passar dos anos”, afirmou.

A mesa de abertura do encontro contou ainda com a presença da presidente do Fórum Nacional de Secretários de Estado de Assistência Social (Fonseas), Arlete Sampaio; da vice-presidente do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social, Ana Maria de Farias Lira e da conselheira nacional de Assistência Social, Jane Clemente.

Acesse o boletim de rádio: Centros de assistência social crescem no país


Ascom/MDS
(61) 3433-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa

Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP)

  http://www.correiodoestado.com.br/uploads/536579169.jpg



 
Regulamenta os artigos 3o, alínea “d”, e 4o da Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que trata da proibição das piores formas de trabalho infantil e ação imediata para sua eliminação, aprovada pelo Decreto Legislativo no 178, de 14 de dezembro de 1999, e promulgada pelo Decreto no 3.597, de 12 de setembro de 2000,  e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto nos artigos 3o, alínea “d”, e 4o da Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 
DECRETA:
Art. 1o  Fica aprovada a Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP), na forma do Anexo, de acordo com o disposto nos artigos 3o, “d”, e 4o da Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho - OIT, aprovada pelo Decreto Legislativo no 178, de 14 de dezembro de 1999 e promulgada pelo Decreto no 3.597, de 12 de setembro de 2000. 
Art. 2o   Fica proibido o trabalho do menor de dezoito anos nas atividades descritas na Lista TIP, salvo nas hipóteses previstas neste decreto. 
§ 1o  A proibição prevista no caput poderá ser elidida:
I - na hipótese de ser o emprego ou trabalho, a partir da idade de dezesseis anos, autorizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, após consulta às organizações de empregadores e de trabalhadores interessadas, desde que fiquem plenamente garantidas a saúde, a segurança e a moral dos adolescentes; e
II - na hipótese de aceitação de parecer técnico circunstanciado, assinado por profissional legalmente habilitado em segurança e saúde no trabalho, que ateste a não exposição a riscos que possam comprometer a saúde, a segurança e a moral dos adolescentes, depositado na unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego da circunscrição onde ocorrerem as referidas atividades. 
§ 2o  As controvérsias sobre a efetiva proteção dos adolescentes envolvidos em atividades constantes do parecer técnico referido no § 1o, inciso II, serão objeto de análise por órgão competente do Ministério do Trabalho e Emprego, que tomará as providências legais cabíveis. 
§ 3o  A classificação de atividades, locais e trabalhos prejudiciais à saúde, à segurança e à moral, nos termos da Lista TIP, não é extensiva aos trabalhadores maiores de dezoito anos. 
Art. 3o  Os trabalhos técnicos ou administrativos serão permitidos, desde que fora das áreas de risco à saúde, à segurança e à moral, ao menor de dezoito e maior de dezesseis anos e ao maior de quatorze e menor de dezesseis, na condição de aprendiz.  
Art. 4o  Para fins de aplicação das alíneas “a”, “b” e “c” do artigo 3o da Convenção no 182, da OIT, integram as piores formas de trabalho infantil:
I - todas as formas de escravidão ou práticas análogas, tais como venda ou tráfico, cativeiro ou sujeição por dívida, servidão, trabalho forçado ou obrigatório;
II - a utilização, demanda, oferta, tráfico ou aliciamento para fins de exploração sexual comercial, produção de pornografia ou atuações pornográficas;
III - a utilização, recrutamento e oferta de adolescente para outras atividades ilícitas, particularmente para a produção e tráfico de drogas; e
IV - o recrutamento forçado ou compulsório de adolescente para ser utilizado em conflitos armados. 
Art. 5o  A Lista TIP será periodicamente examinada e, se necessário, revista em consulta com as organizações de empregadores e de trabalhadores interessadas.  
Parágrafo único.  Compete ao Ministério do Trabalho e Emprego organizar os processos de exame e consulta a que se refere o caput
Art. 6o  Este Decreto entra em vigor noventa dias após a data de sua publicação. 
Brasília, 12 de junho de 2008; 187o da Independência e 120o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Carlos Lupi
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmygnsmKLSxEhdf2QBhES1pSf7vjB5jrP8r_mKXZWY0GFyVnVr00R8DgoqqWXwtIt6Abg6xscvnL2jpdFUXS9E0WsiFQPDmbeY1boc_rz1LorA4WBpKDFya2V3gwBDob8vFtati7Xb7FIw/s200/aqui.gif


Evento Nacional de Mobilização do Plano Brasil Sem Miséria, 25/7

Logotipo do plano Brasil sem miséria - Mapa do Brasil com vários símbolos desenhados nas cores azul, amarelo, verde e vermelho, entre eles um prato com garfo e faca, uma torneira dágua enchendo um copo, uma cruz vermelha, um trator, um ônibus, um bebê, uma casa, etc.
O Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) promove, no dia 25 de julho, entre 14h e 16h, um evento nacional de mobilização do Plano Brasil Sem Miséria. No formato de teleconferência, o encontro vai reunir equipes ministeriais, estaduais e municipais de todo o País. A atividade será transmitida, ao vivo, pelo canal NBR, do Governo Federal, e pela internet, por meio dos sites da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e do Brasil Sem Miséria. O objetivo da atividade é compartilhar informações, esclarecer dúvidas e acolher sugestões vindas dos estados e dos municípios para o Plano Brasil Sem Miséria.
O MDS conta com a colaboração de governadores e prefeitos para organizar a participação de relevantes atores governamentais que atuam nos estados e municípios. A colaboração dos chefes dos Executivos estaduais e municipais é indispensável para a ampla divulgação do Brasil Sem Miséria, bem como para a promoção da participação social e do esforço comum e articulado para superar definitivamente a pobreza extrema no Brasil. “Isso só será real se contarmos com o entusiasmo, envolvimento e a dedicação de todos. Temos que garantir que nosso sonho se transforme em medidas que de fato mudem a vida dos que hoje vivem na miséria”, afirma a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Nacional para Superação da Extrema Pobreza “Brasil Sem Miséria”, lançado pela presidenta Dilma Rousseff em 2 de junho passado, tem como objetivo elevar a renda e as condições de bem-estar da população em situação de pobreza extrema. O Brasil Sem Miséria é direcionado aos brasileiros que vivem em lares cuja renda familiar mensal é de até R$ 70 por pessoa. De acordo com o Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estão nessa situação 16,2 milhões de brasileiros. O Brasil Sem Miséria agrega transferência de renda, acesso a serviços públicos nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, entre outras, e inclusão produtiva. Com um conjunto de ações que envolvem a criação de novos programas e a ampliação de iniciativas já existentes, em parceria com estados, municípios, empresas públicas e privadas e organizações da sociedade civil, o Governo Federal quer incluir a população mais pobre nas oportunidades geradas pelo forte crescimento econômico brasileiro.
O sucesso do Brasil Sem Miséria depende do engajamento dos chefes dos Executivos estaduais e municipais, além do efetivo envolvimento dos diferentes gestores das áreas de assistência social, saúde, educação, previdência e trabalho, entre outras. O somatório dos esforços dos três níveis de governo permitirá criar um círculo virtuoso da inclusão social, produtiva e política daqueles que historicamente têm ficado de fora dos benefícios do desenvolvimento. Somente uma atuação conjunta e integrada será capaz de vencer os obstáculos que mantêm importantes segmentos da população presos à sua condição de pobreza extrema. Para mais detalhes sobre o plano, acesse o portal www.brasilsemmiseria.gov.br. Como participar do evento no dia 25 de julho, das 14h às 16h Para assistir, via TV e internet, link do stream e acesso: * Assistir pelo canal 146 da Sky e pelos canais da NET TV (leia informações complementares). * Nos sites da EBC e da Presidência da República é possível assistir ao vivo pela internet. * E através do twitter  e do YouTube  da NBR * Link do stream * Link de acesso
Informações complementares Cidades que captam o sinal da NBR pela NET 12 – Anápolis – GO 2 – Belo Horizonte – MG 19 – Blumenau – SC 13 (analógica) – 05 (digital) Brasília – DF 6 – Campinas – SP 9 – Campo Grande – MS 19 – Florianópolis – SC 10 – Goiânia – GO 6 – Indaiatuba – SP 15 – Porto Alegre – RS 7 – Ribeirão Preto – SP 4 – Rio de Janeiro – RJ 14 – Santos – SP 7 – São José do Rio Preto – SP 5 – São Paulo – SP OiTV: 905 – Rio de Janeiro Recepção digital de satélite por antena parabólica Satélite: Star One C2 Posição Orbital do Satélite: 70°W Polarização: Horizontal Frequência: 3632 Padrão: DVB-S Symbol Rate: 4.6875 FEC 3/4 PID de vídeo: 0308 PID de audio: 0256 PID de PCR: 8190 Recepção analógica de satélite por antena parabólica Satélite: Star One C2 Posição Orbital do Satélite: 70° Freq.: 4030 Banda L: 1120
Sugestões para organizar o evento nos estados e municípios O MDS sugere, para a organização do evento de mobilização do Brasil Sem Miséria nos estados e municípios: * Reservar um local com telão para televisão ou computador com acesso a banda larga e telefone (se avaliar necessário). * Convidar para participar da reunião de trabalho os secretários das áreas afetas ao Plano Brasil Sem Miséria (assistência social, saúde, educação, trabalho, desenvolvimento agrário ou equivalente, meio ambiente ou equivalente); representantes de órgãos federais com escritórios ou agências no estado ou município, quando for o caso (Conab, INSS, Embrapa, Incra, Ibama, DRT, BB, CEF); representantes de órgãos regionais, quando for o caso (Sudene, Basa, BNB, Chesf); e outros parceiros, como o Sebrae e demais integrantes do Sistema S, entre outros. * Organizar o debate e a participação dos convidados no evento nacional. Para tanto, recomenda-se que os convidados tenham acessado o portal do Brasil Sem Miséria com antecedência (www.brasilsemmiseria.gov.br), de modo a se familiarizar com o conteúdo do plano. Como contribuição, apresentamos uma proposta de agenda:   13h30-14h: Abertura. Chefe do Executivo (governador ou prefeito) dá as boas vindas e compartilha os objetivos da reunião. Se avaliar pertinente, promover uma rápida rodada de apresentação dos participantes. 14h-16h: Conexão com o evento nacional (via TV ou internet).
Entre as 14h e as 15h, o Governo Federal apresentará o Brasil Sem Miséria. Das 15h às 16h, a ministra Tereza Campello responderá a perguntas enviadas pelas equipes dos estados e municípios por e-mail, telefone, Facebook ou Twitter. Nesse momento, o apoio do chefe do Executivo é fundamental para organizar rapidamente os comentários dos participantes da reunião e enviá-los a Brasília durante a realização do evento (por telefone, e-mail, Facebook ou Twitter).
Importante: como nem tudo poderá receber respostas ao vivo, devido ao curto espaço de tempo, o MDS se encarregará de registrar todas as comunicações recebidas para, posteriormente, devolver as respostas de forma consolidada. O ideal seria que a Secretaria de Assistência Social se responsabilizasse por elaborar um breve registro da reunião, relatando presenças e comentários, sugestões, propostas e dúvidas. Esse relato deverá ser enviado a o endereço eletrônico contato@brasilsemmiseria.gov.br.   Para tirar dúvidas ou para mais informações, use o e-mail contato@brasilsemmiseria.gov.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Tel.: (61) 3433-1021

VIII Conferência Nacional de Assistência Social

VIII Conferência Nacional de Assistência SocialA VIII Conferência Nacional de Assistência Social, programada para o período de 7 a 10 de dezembro de 2011, em Brasília, vai abordar o tema “Os avanços na consolidação do Suas, com a valorização dos trabalhadores e a qualificação da gestão, dos serviços, programas, projetos e benefícios". O evento é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

Este ano, a conferência terá quatro subtemas: estratégias para a estruturação da gestão do trabalho no Suas; reordenamento e qualificação dos serviços socioassistenciais; fortalecimento da participação e do controle social; e a centralidade do Suas na erradicação da extrema pobreza no Brasil.

As conferências são espaços amplos e democráticos de discussão e articulação coletiva em torno de propostas e estratégias de organização. Sua principal característica é reunir governo e sociedade civil para debater e decidir as prioridades nas políticas públicas nos anos seguintes.

Elas devem ocorrer em âmbito municipal (de 2 de maio a 7 de agosto), estadual (após as municipais e até 14 de outubro) e nacional (de 7 a 10 de dezembro). A realização de uma conferência não é algo isolado, mas parte de um processo amplo de diálogo e democratização da gestão pública.

Em cartas, o CNAS lembra aos gestores, trabalhadores e usuários da assistência social a necessidade de fortalecer as alianças. Reforça, ainda, que é preciso debater e decidir, nas três esferas de governo, a gestão estratégica do trabalho, a qualificação dos serviços, programas, projetos e benefícios, a participação popular, o controle social e a importância do Sistema Único de Assistência Social na erradicação da extrema pobreza no Brasil.

Leia a íntegra das cartas abertas aos gestores, aos trabalhadores e aos usuários do Suas.

Presidenta Dilma sanciona Lei do Suas

Após aprovação na Câmara Federal e no Senado, o projeto de lei – de autoria do Poder Executivo – que institui o Sistema Único de Assistência Social (Suas), foi sancionado pela presidenta Dilma Roussef. De acordo com o documento, a gestão das ações na área de assistência social fica formalmente organizada, de maneira descentralizada e participativa, por meio do Suas.

O Suas vigora na prática desde 15 de julho de 2005, por resolução do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS). Durante esses seis anos, tem garantido proteção social à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice, por meio de uma rede descentralizada que envolve gestores de 99,5% dos municípios brasileiros. Isso significa que prefeituras, estados e o Distrito Federal têm autonomia para gerir a assistência social de forma organizada e com o apoio do Governo Federal, por meio de repasses de recursos. A adesão do município é voluntária.

A presidenta Dilma Rousseff considera que a nova lei chega em momento propício: “O sistema será determinante para o êxito do Plano Brasil Sem Miséria, pois sua estrutura será a base da busca ativa das famílias para inclusão no Cadastro Único de Programas Sociais e no encaminhamento das ações do plano”. Para ela, o Suas e o Brasil Sem Miséria passam a ser a imagem um do outro. “O Suas é instrumento extraordinário para alcançar as metas de superação da extrema pobreza”, declarou.

Para a ministra Tereza Campello, os investimentos no sistema vão ajudar a girar a economia e garantir a inclusão das pessoas mais vulneráveis na sociedade brasileira. “A sanção da lei é motivo de comemoração dupla, pois se dá no mesmo período de lançamento do Brasil Sem Miséria”, afirmou a ministra Tereza Campello. “Ambas as medidas trazem, para o centro da agenda do País, a prioridade de superação da extrema pobreza; concentram os holofotes naqueles mais vulneráveis, os que têm seus direitos básicos violados”, complementou.

Com a nova lei, serão adensadas as regulamentações, orientações e financiamentos, permitindo ao Estado assumir plenamente sua responsabilidade. A ministra agradeceu aos profissionais do Suas, conselheiros nacionais, estaduais e municipais de assistência social, gestores, ex-ministros da pasta, a equipe da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) e os parlamentares que se empenharam na aprovação do projeto de lei. O ex-presidente Lula e a presidenta Dilma também foram lembrados pela ministra, pois, segundo ela, um sistema somente pode ser construído com decisão e vontade política.

O presidente do Conselho Nacional de Assistência Social, Carlos Ferrari, considera a sanção um grande salto de transformação da Política de Assistência Social, pois “afasta o assistencialismo e consolida, de fato, uma política garantidora de direitos”. Ele prevê que o Suas traga para si a responsabilidade de construir um Brasil Sem Miséria.

O projeto sancionado pela presidenta complementa a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), institui o Suas como meio de enfrentamento da pobreza e, principalmente, garante a continuidade do repasse de recursos aos beneficiários e para os serviços. Baseado no modelo do Sistema Único de Saúde (SUS), o Suas organiza atendimento e serviços ofertados à população de maneira não contributiva, ou seja, não se paga para receber os benefícios e serviços garantidos por lei como direito das pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade.

Articulação – Com modelo de gestão participativa, o Suas articula esforços e repassa recursos aos três níveis de governo, para execução e financiamento da Política Nacional de Assistência Social. Os recursos para a gestão dos serviços da proteção básica e especial e dos convênios são repassados automaticamente do Fundo Nacional de Assistência Social para os fundos municipais, estaduais e do Distrito Federal. Já os recursos do Benefício de Prestação Continuada (BPC) vão diretamente aos beneficiários por meio de cartão magnético.

Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Suas é composto pelo poder público e a sociedade civil, que participa diretamente da gestão compartilhada, por meio dos conselhos municipais de assistência social e das entidades e organizações sociais públicas e privadas que prestam serviços nessa área.

O Suas também sistematiza a exigência de controle social, monitoramento e avaliação das políticas da assistência social. A gestão das ações e a aplicação dos recursos são negociadas e pactuadas nas Comissões Intergestores Bipartite (representantes de estados e municípios) e na Comissão Intergestores Tripartite (representantes do Governo Federal, de estados e municípios). Esses procedimentos são acompanhados e aprovados pelo Conselho Nacional de Assistência Social.
grafico.jpg

País tem 9,7 mil Centros de Referência de Assistência Social

O Suas se organiza em dois tipos de proteção social ofertados nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Essas unidades são de responsabilidade dos gestores municipais e podem ou não ser cofinanciados pelo Governo Federal.

Nos Cras, são ofertados serviços da proteção social básica, voltados à população em situação de risco social, como Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), Serviço de Convivência do Idoso e Crianças e o Projovem Adolescente.

Nos Creas, são oferecidos serviços de proteção social especial para a população em situação de vulnerabilidade que tiveram direitos violados por ocorrência de abandono, maus-tratos, abuso sexual e uso de drogas, entre outros. Esses serviços incluem acolhimento, atendimento e proteção de pessoas e famílias em situação de risco; serviço de proteção ao adolescente em cumprimento de Medida Socioeducativa em Meio Aberto (MSE) e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). Em 2010, o MDS expandiu a oferta de serviços socioassistenciais para a população em situação de rua.

O Suas engloba também a oferta de benefícios assistenciais prestados a públicos específicos, em caso de vulnerabilidade temporária e calamidade pública.

O Brasil possui hoje 7.607 Cras, dos quais 7.025 recebem recursos do Governo Federal, e 2.155 Creas, todos cofinanciados. Além disso, 3,7 milhões de idosos e pessoas com deficiência recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). No Projovem Adolescente, são 642 mil rapazes e moças e no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), 819 mil crianças.


Número de profissionais que atuam aumenta 57% em quatro anos

O aumento do número de profissionais que atuam para assegurar os direitos dos brasileiros mais vulneráveis é marca do Suas. De 2006 a 2010, a quantidade de trabalhadores desse setor saltou de 140 mil para 220 mil – elevação de 57%. Para se chegar as esses números, foram comparados dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), do IBGE, e o Censo Suas, feito pelo MDS no ano passado.

O papel dos profissionais é tão central para o Suas que essa atuação é destaque nas discussões das conferências de assistência social que estão ocorrendo nos municípios e, a partir de agosto, ocorrerão em nível estadual. “Consolidar o Suas e valorizar os seus trabalhadores” é o tema da VIII Conferência Nacional, que o MDS e o Conselho Nacional de Assistência Social promovem de 7 a 10 de dezembro.

Dos profissionais, 68 mil têm formação superior, 100 mil concluíram o ensino médio e 52 mil terminaram o fundamental. O vínculo empregatício dos profissionais varia entre estatutários, comissionados e celetistas.

Números do SUAS

99,5% dos municípios já aderiram ao sistema
7,6 mil Centros de Referência de Assistência Social (Cras)
2,1 mil Centros Especializados de Assistência Social (Creas)
3,7 milhões de idosos (65 anos ou mais) e pessoas com deficiência recebem o Benefício de Prestação Continuada (um salário mínimo)
220 mil profissionais
642 mil no Projovem Adolescente
819 mil crianças no Peti


Leia na íntegra o discurso da presidenta


Ascom/MDS
(61) 3433-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa

Número de profissionais no Suas aumenta 57% em quatro anos

De 2006 a 2010, o número de trabalhadores do setor saltou de 140 mil para 220 mil. O papel dos profissionais é tão importante para o sistema, que atuação é destaque nas discussões das conferências de assistência social deste ano. Lei do Suas será sancionada pela presidenta Dilma Roussef nos próximos dias 
 
O aumento dos profissionais que atuam para assegurar os direitos dos brasileiros mais vulneráveis é uma marca do Sistema Único de Assistência Social (Suas), que entrou em funcionamento em 2005. Nos próximos dias, será Lei, após sanção, pela presidenta Dilma Roussef, de projeto aprovado pelo Congresso Nacional. De 2006 a 2010, o número de trabalhadores deste setor saltou de 140 mil para 220 mil, uma elevação de 57%.
trabalhadores_suas
Sebastião Pedra/MDS
Dimas Dantas: “Cras tem efeito preventivo e Creas está mais voltado à situação de violação de direitos

Esses números resultam de comparação dos dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2006, e do Censo Suas, realizado de Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em 2010. Parte desses profissionais atua nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), que hoje somam 7,6 mil em todas as cidades, e nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), que totalizam 2,1 mil.

O papel dos profissionais é tão central para o Suas, que essa atuação é destaque nas discussões das conferências de assistência social, que estão ocorrendo nos municípios e, a partir de agosto, serão realizadas pelos estados. “Consolidar o Suas e valorizar os seus trabalhadores” é o tema da VIII Conferência Nacional, que o MDS e o Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) promovem do dia 7 a 10 de dezembro.

Dos profissionais, 68 mil têm formação superior, 100 mil concluíram o ensino médio e 52 mil terminaram o ensino fundamental. O vínculo empregatício dos profissionais varia entre estatutários, comissionados e celetistas.

Qualidade - Para a secretária nacional de Assistência Social do MDS, Denise Colin, é fundamental abordar a questão dos trabalhadores e discutir a qualidade dos serviços ofertados à população. “Queremos que o atendimento a famílias e indivíduos seja de qualidade”, afirma. Em sua avaliação, o esforço dos governos federal, estaduais e municipais para a elevação do investimento no setor e a valorização dos profissionais é para superar a trajetória de clientelismo e de moeda de troca, historicamente praticada no País.

Conhecer bem o trabalho que precisa ser desenvolvido diante as situações apresentadas mostra a compromisso dos profissionais com a qualidade do serviço, como demonstra a assistente social Sandra Flesch, do Creas de Planaltina, no Distrito Federal. “A gente trabalha com indivíduo e família em situação de violação de direitos. Especificamente, trabalhamos com a situação de violência sexual contra criança e adolescente, violência doméstica, negligência e maus tratos de adolescentes e idosos, trabalho infantil e população em situação de rua.”

Dimas Dantas, coordenador do Creas, mostra a significativa diferença entre a proteção básica e especial. “O Cras tem um efeito preventivo, por ser a porta de entrada da assistência social. Faz um serviço de fortalecimento de vínculo com a família. O Creas está muito mais voltado a uma situação de violação de direito; seja ela um abuso sexual, violência contra a mulher ou negligência e maus tratos contra idoso, criança e adolescente.”

Equipes - No funcionamento diário do sistema, os tipos e a quantidade de profissionais que lidam com as políticas podem constituir variáveis determinantes para os graus de sucesso dos programas, de acordo com a Norma Operacional Básica de Recursos Humanos (NOB-RH) do Suas. Uma resolução recente do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), de 20 de junho, ratifica a referência definida pela NOB-RH e reconhece as categorias profissionais de nível superior para atender às especificidades dos serviços socioassistenciais e das funções essenciais de gestão Suas. Pelo documento, assistentes sociais e psicólogos passam a compor, obrigatoriamente, as equipes de referência da proteção básica e especial.

Com essa normatização, fica definido também que advogados, administradores, antropólogos, contadores, economistas, economistas domésticos, pedagogos, sociólogos e terapeutas ocupacionais poderão comportar a equipe de gestão do Suas. Por sua vez, profissionais formados em antropologia, economia doméstica, pedagogia, ciências sociais, terapia ocupacional e musicoterapia são categorias que poderão atender as especificidades dos serviços socioassistenciais.

“Essas categorias profissionais de nível superior poderão integrar as equipes de referência, considerando a necessidade de estruturação e composição, a partir de especificidades e particularidades locais e regionais, do território e das necessidades dos usuários, com a finalidade de aprimorar e qualificar os serviços socioassistenciais”, define a resolução, assinada pelo presidente do CNAS, Carlos Ferrari.

O documento, que distingue os saberes e práticas correspondentes aos objetivos da proteção social não contributiva, resulta do processo de debate com os trabalhadores do Suas, coordenado pelo conselho e o ministério, conforme estabelecido na norma e deliberações da VII Conferência Nacional de Assistência Social, de 2009.

João Luiz Mendes e Cristiane Hidaka
Ascom/MDS
(61) 3433-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa

VIII Conferência Nacional de Assistência Social

VIII Conferência Nacional de Assistência Social A VIII Conferência Nacional de Assistência Social, programada para o período de 7 a 10 de dezembro de 2011, em Brasília, vai abordar o tema “Os avanços na consolidação do Suas, com a valorização dos trabalhadores e a qualificação da gestão, dos serviços, programas, projetos e benefícios". 


 
A VIII Conferência Nacional de Assistência Social, programada para o período de 7 a 10 de dezembro de 2011, em Brasília, vai abordar o tema “Os avanços na consolidação do Suas, com a valorização dos trabalhadores e a qualificação da gestão, dos serviços, programas, projetos e benefícios". O evento é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

Este ano, a conferência terá quatro subtemas: estratégias para a estruturação da gestão do trabalho no Suas; reordenamento e qualificação dos serviços socioassistenciais; fortalecimento da participação e do controle social; e a centralidade do Suas na erradicação da extrema pobreza no Brasil.

As conferências são espaços amplos e democráticos de discussão e articulação coletiva em torno de propostas e estratégias de organização. Sua principal característica é reunir governo e sociedade civil para debater e decidir as prioridades nas políticas públicas nos anos seguintes.

Elas devem ocorrer em âmbito municipal (de 2 de maio a 7 de agosto), estadual (após as municipais e até 14 de outubro) e nacional (de 7 a 10 de dezembro). A realização de uma conferência não é algo isolado, mas parte de um processo amplo de diálogo e democratização da gestão pública.

Em cartas, o CNAS lembra aos gestores, trabalhadores e usuários da assistência social a necessidade de fortalecer as alianças. Reforça, ainda, que é preciso debater e decidir, nas três esferas de governo, a gestão estratégica do trabalho, a qualificação dos serviços, programas, projetos e benefícios, a participação popular, o controle social e a importância do Sistema Único de Assistência Social na erradicação da extrema pobreza no Brasil.

Leia a íntegra das cartas abertas aos gestores, aos trabalhadores e aos usuários do Suas.

IV Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

IV Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Cerca de 2 mil pessoas vão discutir o direito humano à alimentação adequada e saudável e a promoção à soberania alimentar. De 7 a 10 de novembro, em Salvador, ocorrerá a IV Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
Cerca de 2 mil pessoas vão discutir o direito humano à alimentação adequada e saudável e a promoção à soberania alimentar. De 7 a 10 de novembro, em Salvador, ocorrerá a IV Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. O evento, de participação e controle social, tem como tema “Alimentação adequada e saudável: direito de todos” e é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

Conferências municipais, regionais e estaduais são preparatórias para o encontro nacional.

O público estimado é de 1,6 mil delegados, representantes das 27 Unidades da Federação, e de 400 observadores e convidados nacionais e internacionais. Juntos, eles vão construir compromissos para implementação da Política e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) nas três esferas de governo. O objetivo é criar um pacto de adesão para o combate à fome.

Outras informações estão disponíveis na página do Consea: www.planalto.gov.br/consea.

About Me

Tecnologia do Blogger.

Blog Archive

Connect With Us

Text Widget

Archive

Labels

Links

?">RSS'); document.write('
?max-results=5">Featured Post 1'); document.write("?max-results="+numposts1+"&orderby=published&alt=json-in-script&callback=showrecentposts\"><\/script>");

Advertise

Com cerca de 82 mil profissionais em todo o Brasil, a PL 5278/2009 prevê a fixação de um piso salarial para as (os) Assistente Sociais de R$ 3.720,00 e jornada de trabalho de 30h semanais.

Comments

?">RSS'); document.write(' ?max-results=5">Featured Post 7'); document.write(" ?max-results="+numposts1+"&orderby=published&alt=json-in-script&callback=showrecentposts\"><\/script>");
?">RSS'); document.write('?max-results=5">Featured Post 6'); document.write("?max-results="+numposts1+"&orderby=published&alt=json-in-script&callback=showrecentposts\"><\/script>");
?">RSS'); document.write('
?max-results=5">Featured Post 8
'); document.write("

Powered by Postrank

?max-results="+numposts1+"&orderby=published&alt=json-in-script&callback=showrecentposts\"><\/script>");

Sponsors

www.e-referrer.com
?max-results=10">Content left'); document.write(" ?max-results="+numposts+"&orderby=published&alt=json-in-script&callback=showrecentposts\"><\/script>");

Notice


dicionário de português

Pages


Assinantes

Fãs

Seguidores

Artigos

Comentários
?max-results=10">Content left'); document.write("
Assinantes

Fãs

Seguidores

Artigos

Comentários
?max-results="+numposts+"&orderby=published&alt=json-in-script&callback=showrecentposts\"><\/script>");

Text

Category

Popular Posts

Blog Archive

Followers

?max-results=10">Content left'); document.write(" ?max-results="+numposts+"&orderby=published&alt=json-in-script&callback=showrecentposts\"><\/script>");