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Jornadas em Defesa da Moradia Digna - Cress SP

http://2.bp.blogspot.com/_a2pzWMYQ_jw/S9YCngdzBiI/AAAAAAAAA9A/D_VYBCRe_XM/s1600/mail_top.jpgAs Jornadas em Defesa da Moradia Digna são um movimento de articulação entre Defensoria Pública do Estado de São Paulo, entidades não governamentais e movimentos sociais, comprometidos com a concretização do direito à moradia digna e à cidade. São um conjunto de ações e eventos com foco na mobilização, diálogo e partilha entre aqueles que lutam por uma cidade justa para todos e todas.
A 1ª Jornada foi organizada em 2007 e a segunda em 2009 com o tema “Equilibrar Direitos e Conquistar a Cidadania. Moradia e Meio Ambiente”, concentrada na discussão da habitação social e questão ambiental.
Representantes das entidades envolvidas com a Jornada, incluindo ai o Núcleo de Desenvolvimento Urbano e Direito à Cidade do CRESS SP, se reúnem desde maio de 2010, semanalmente, na sede da Defensoria Pública, para organizar as pré-jornadas e o evento de fevereiro.

Em 26 e 27 de fevereiro de 2011, será realizada a 3ª Jornada pela
Moradia Digna.Precedendo a 3ª Jornada, ocorreram as Pré-jornadas: conjunto de atividades preparatórias de articulação e mobilização de comunidades afetadas por projetos de intervenção urbana, com o objetivo específico de fortalecer a organização das comunidades e construir espaços de debate sobre cada realidade específica. As pré-jornadas ocorrem em comunidades indicadas pelas entidades participantes, nos finais de semana, e abrangem: visita para identificação dos problemas, a partir do olhar das lideranças e moradores; registro em foto e vídeo de depoimentos e imagens que representem essa visão; e debate com os moradores para discussão e divulgação da 3ª Jornada. As pré-jornadas,que devem ocorrer entre julho e dezembro de 2010, abrangeram as seguintes comunidades:
1. Comunidades do Oratório/ Mauá, atingidas pelo mega projeto de ampliação da Avenida Jacu Pêssego;
2. Comunidades da Região da Brasilândia, envolvendo a construção do Trecho Norte do RODOANEL;
3. Comunidades da Região do Jardim Pantanal, envolvendo as obras do Parque Linear Várzeas do Tietê;
4. Comunidades da Região das Águas Espraiadas, envolvendo as obras da extensão da Av. Roberto Marinho;
5. Comunidades do município de Cubatão, envolvendo obra de remoção em área considerada de risco;
3ª Jornada pela Moradia Digna, evento que terá como tema principal: “O impacto dos mega projetos e a violação do direito à cidade“ e que terá como principais objetivos a denúncia de violações de direito á cidade, a criação de espaços de reflexão, a construção de estratégias coletivas para fortalecimento da organização local e o estímulo aos processos de resistência à violação do direito, de todos e todas, à moradia digna e à cidade.

PARTICIPE!
Acompanhe as reuniões do Núcleo Metropolitano de Desenvolvimento Urbano do Cress-SP, que compõe o eixo Seguridade e Políticas Sociais. Veja na agenda do www.cress-sp.org.br

PARTICIPE DO LEVANTAMENTO SOBRE O TRABALHO DO AS NO CAMPO SÓCIOJURÍDICO

Prezado colega Assistente Social,

http://2.bp.blogspot.com/_a2pzWMYQ_jw/S9YCngdzBiI/AAAAAAAAA9A/D_VYBCRe_XM/s1600/mail_top.jpgO Conjunto Cfess-Cress estará realizando um “mapeamento junto às áreas que compõem o chamado campo sociojurídico” (Deliberação nº 18, do Eixo Fiscalização Profissional, do Encontro Nacional CFESS/CRESS – 2009), visando retratar seus aspectos gerais e “a defasagem de assistentes sociais na área, versus as demandas ao Serviço Social oriundas do campo sociojurídico”
Nesta etapa convidamos as entidades e sindicatos para participar da reunião e composição do grupo de trabalho (GT) que atuará neste levantamento. No momento, o GT conta com representação da Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - AASPTJ-SP, mantendo-se aberto à colaboração das demais entidades sindicais/representativas. Compõem o GT também as seccionais de Campinas, do Vale do Paraíba e Bauru, indicadas pelo Forum de Dirigentes, representando as onze seccionais e dois colegas da Defensoria Pública também.
O trabalho do CRESS 9ª Região –SP na orientação e fiscalização tem buscado mobilizar a analise da conjuntura e mobilização para o enfrentamento das questões estruturais que impactam e violam os direitos dos trabalhadores. Salientamos, assim, que o conjunto de informações já existentes neste regional decorrente das atividades desenvolvidas pelo Cress-SP (Encontro Família e Justiça, Encontro Estadual Sociojurídico, Seminário Estadual Proteção Integral dos Direitos da Criança e do Adolescente, Mostra de Direitos Humanos, etc) comporão o material enviado ao CFESS na segunda etapa de levantamento de informações, que será qualitativo, enquanto contribuição da categoria que atua neste Estado.
Assim, para esta primeira etapa do levantamento solicitamos que enviem o instrumental o mais breve possível, sendo da data limite dia 08 de fevereiro de 2011. Contamos ainda com sua colaboração para divulgar junto aos colegas do campo sociojurídico informando-as sobre este importante levantamento nacional
PARTICIPE RESPONDENDO O LEVANTAMENTO, CLICANDO NOS LINKS ABAIXO:
As respostas devem ser enviados para levantamento@cress-sp.org.br
Sua colaboração neste processo fortalece a profissão na defesa dos direitos humanos!

Encontro Regional sobre o Sistema Prisional.

PROGRAMAÇÃO

08h30min – Abertura
Nilva Regina Galletti – Coordenadora CRESS – Marília
08h45min – Mesa redonda: “Conversas interessantes sobre o sistema prisional: possibilidades e limitações”
Palestrantes: - Kátia Cilene Barbosa - Assistente Social. Ex-servidora do Sistema Prisional do Estado de São Paulo. Conselheira do Conselho Regional de Serviço Social do Estado de São Paulo.
- Rosana Cathia Ragazzoni Mangini – Psicóloga e Bacharel em Direito. Mestranda em Educação. Psicóloga do Sistema Prisional do Estado de São Paulo. Conselheira do Conselho Regional de Psicologia do Estado de São Paulo.
- Padre Valdo Bartolomeu de Santana. Diretor Espiritual do Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus - Marília. Coordenador Diocesano da Pastoral Carcerária da Diocese de Marília.

11 horas - Debate
12 horas – Almoço
13h30min – Palestra: “Criminalização da questão social e o trabalho no sistema prisional”.
Andréa Almeida Torres. Assistente Social. Profª. Adjunta do Curso de Serviço Social da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP/BS. Doutora em Serviço Social pela PUC/SP.Especialista em Direitos Humanos e Desenvolvimento pela UPO/Espanha. Atuou na Penitenciária do Estado; PROVITA/SP e Gerente da FUNAP no Programa de Apoio ao Egresso.

Palestra: “Ação profissional: a discussão do objeto no campo da execução penal, os objetivos profissionais, os instrumentos e técnicas”.
Tania Maria Dahmer Pereira. Assistente Social. Doutora em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Diretora do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro.
15h30min – Debate
16h30min - Encerramento
DIA: 29/11/2010
LOCAL: UNIMAR – UNIVERSIDADE DE MARÍLIA
Rua Higyno Muzzi Filho nº 1001 – Bloco I – Reitoria

OBS: As inscrições devem ser feitas até o dia 25/11/2010, pelo telefone (14) 3433-5958 begin_of_the_skype_highlighting              (14) 3433-5958      end_of_the_skype_highlighting, das 12 às 18 horas ou pelo e-mail: marilia@cress-sp.org.br
Nilva Regina Galletti
Coordenadora CRESS – Marília
Data 29/11/2011 Site marilia@cress-sp.org.br

O CRESS/SP disponibiliza acesso fácil às mais recentes informações sobre a efetivação da Jornada de 30 horas semanais.

http://www.cress-sp.org.br/observatorio.jpg

Clique aqui para conhecer as Estratégias do Conjunto CFESS/CRESS para Implementação da 30 horas. (http://www.cress- sp.org.br/index.asp?fuseaction=manif&id=293)

Clique aqui para conhecer o Observatório das 30 horas em São Paulo, administrado pelo CRESS/SP, cumprindo uma das Estratégias do Conjunto CFESS/CRESS.(fonte: http://30horasemsaopaulo.blogspot.com/)

Contribua com o observatório, nos informe a realidade do seu espaço de trabalho por meio do observatório ou direto no link http://www.cress-sp.org.br/form_observatorio.php.

VAMOS DAR CONTINUIDADE A ESTA LUTA PELA VALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO!

A Greve Enquanto Instrumento De Luta Da Classe Trabalhadora - CRESS/SP

A Greve Enquanto Instrumento De Luta Da Classe Trabalhadora



". Pois quem toca o trem pra frente também de repente pode o trem parar."

(Chico Buarque, Linha de montagem)

http://2.bp.blogspot.com/_gElXusFL_hI/S7Ie9iYX7dI/AAAAAAAAEBo/2pLCUg2679A/s1600/Greve-de-professores.jpg Quando há intransigência dos empregadores em negociar pautas de interesse da classe trabalhadora e este segundo só possuindo como meio de pressão a sua força de trabalho, é forçado a utilizar como instrumento de ação política a greve.

A primeira grande greve brasileira ocorreu em S. Paulo em 1917 quando trabalhadores pararam fabricas na Mooca e no Ipiranga e logo este movimento contagiou vários outros trabalhadores que pararam a cidade de S. Paulo. Durante um mês a cidade viveu a agitação dos comitês de greve e com a morte de um operário em confronto com a polícia espalhou-se em solidariedade por outras cidades do estado (Campinas, Santos, entre outras). Esse movimento estendeu-se para várias regiões do território brasileiro até 1919, sendo impulsionador de debates no meio operário sobre os rumos do movimento sindical, contribuindo na promoção dos avanços dos ideais socialistas e fornecendo as bases para os direitos trabalhistas colocados na CLT.

"São Paulo é uma cidade morta: sua população está alarmada, os rostos denotam apreensão e pânico, porque tudo está fechado, sem o menor movimento. Pelas ruas, afora alguns transeuntes apressados, só circulavam veículos militares, requisitados pela Cia. Antártica e demais indústrias, com tropas armadas de fuzis e metralhadoras.

Há ordem de atirar para quem fique parado na rua. Nos bairros fabris do Brás, Moóca, Barra Funda, Lapa, sucederam-se tiroteios com grupos de populares; em certas ruas já começaram fazer barricadas com pedras, madeiras velhas, carroças viradas e a polícia não se atreve a passar por lá, porque dos telhados e cantos partem tiros certeiros. Os jornais saem cheios de notícias sem comentários quase, mas o que se sabe é sumamente grave, prenunciando dramáticos acontecimentos." Dias, Everardo. "História das Lutas Sociais no Brasil". Apud Bandeira, M. et alia, op. cit., pp. 56-57.

Outro marco na história das greves no Brasil ocorreu entre os anos de 78 a 80 no ABC Paulista, tendo seu ápice em 79 quando 180 mil metalúrgicos cruzaram os braços, sendo esta a primeira greve geral após o Ato Institucional N. 5 do regime militar de 68, que começa como reivindicação de reposição salarial contra a super exploração do trabalho e acabou por dar inicio a toda uma mobilização política no país em busca de mais liberdade.

No ABC foi realizado, com a força das greves, o primeiro ato organizado por trabalhadores para exigir anistia ampla, geral e irrestrita a todos os exilados e perseguidos pelos militares. As elites reagiram com uma dura repressão ao movimento com Helicópteros do Exército sobrevoando as assembléias, bombas de gás, tropas de choque, espancamentos, prisões e várias intervenções nos sindicatos. Mas nada disto impediu que os metalúrgicos escrevessem no chão do Paço de São Bernardo a palavra democracia, ato que simbolizou o motivo maior de continuidade da luta, resistência e de bravura. A passeata das mulheres dos metalúrgicos pelas ruas do ABC foi o momento de maior grandeza da solidariedade e sob os olhares da repressão, elas gritavam liberdade aos seus maridos e companheiros presos e em luta.

O Brasil estava unido ao ABC e de todos os cantos do país chegavam apoios para o movimento grevista. Os metalúrgicos criaram o Fundo de Greve, base de sustentação da luta e símbolo da solidariedade de classe. A partir da paralisação de 79, os trabalhadores do ABC derrubaram, na prática, a proibição do direito de greve, mesmo com as pressões e intervenções que os sindicatos sofreram naquele ano e nos seguintes, resgatando a liberdade de manifestação dos trabalhadores e também contribuindo com a abertura política no país.

"Maio de 78 tem suas raízes no cotidiano operário, tecido especialmente nos primeiros anos da década. Finda a euforia do 'milagre', o afloramento da crise econômica atingia ainda mais diretamente a classe trabalhadora, que pautava a sua atuação nos marcos da resistência contra o binômio arrocho-arbítrio, superexploração-autocracia, que, entrelaçados intimamente, impunham ao proletariado uma dura realidade". Antunes, Ricardo "A Rebeldia do Trabalho (O Confronto Operário no ABC Paulista: As greves de 1978-80), pp. 13-14, ensaio/Editora da Unicamp, 1988.

Atualmente este instrumento de luta da classe trabalhadora vem sofrendo com distorções por parte dos empregadores em especial os gestores públicos do governo do estado de São Paulo que buscam denegrir a imagem do funcionalismo público manipulando a opinião pública com a conivência da imprensa, responsabilizando o servidor público pela ineficiência do estado, acusando-os de serem privilegiados e de fazerem a máquina pública e a população reféns das greves.

Ora, tais manipulações ideológicas escondem que o projeto dos governos neoliberais que defendem o Estado mínimo e precarizam a máquina pública - não repondo os quadros de lotação de pessoal, não propiciando as condições adequadas de atendimento à população demandatárias dos serviços e não corrigindo as perdas salariais dos trabalhadores - serve na verdade para desresponsabilização do Estado e muitas vezes para sucateamento dos equipamentos públicos a fim de justificar privatizações como vêm ocorrendo e sendo amplamente denunciado não só pelo movimento sindical, mas também pelo movimento de saúde do estado de São Paulo.

A classe trabalhadora por meio do movimento sindical grevista é ainda mais criminalizada quando utiliza este instrumento de luta - a greve - associada a estratégia de ocupação dos prédios públicos, a exemplo do que ocorreu recentemente nas greves das universidades públicas do estado de SP e com @s brav@s companheir@s do judiciário paulista que permaneceram em greve por gloriosos 127 dias - mais de 4 meses - e mesmo tendo seus dias descontados realizaram ocupação do prédio do Palácio da Justiça onde permaneceram sem comida e água.

"Quando vossas excelências se mostram indignados ao ver a arquitetura do Palácio em risco, não posso deixar de registrar que eu, enquanto assistente social, me sinto indignada ao ver uma criança que sofreu abuso sexual relate esta agressão enquanto todos na sala de espera ouvem o que ela diz porque este Tribunal não dá um mínimo de estrutura para que possamos trabalhar com sigilo".

Manifestação da presidente da Associação dos Assistentes Sociais e Psicologos do TJ, Elisabete Borgianni, durante a ocupação em 02/06 sobre a falta de condições mínimas de trabalho aos Juízes que encontravam-se indignados com a "invasão" do palácio.

Em apoio às lutas dos trabalhadores do judiciário em greve o CRESS-SP esteve presente em manifestação na Praça João Mendes, mobilizou e articulou junto a categoria durante o Pré-CBAS/SP ocorrido no período de 10 à 12 de junho a "Moção de Apoio a Greve do Judiciário" e ainda no último CBAS realizado em Brasília participou de reunião com a AASPTJ-SP - Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do TJ - SP onde recebeu informes das colegas e manifestou novamente apoio a luta.

A criminalização do movimento grevista do judiciário chegou ao ponto da imprensa irracionalmente colocar em suas páginas questões como falta de água mineral e ar condicionado, itens estes se quer mencionados nas pautas de reivindicações; estas matérias da imprensa conservadora buscam sempre sugestionar a população falsas mordomias ao funcionalismo público e desmobilizar o movimento. Contudo os trabalhadores do judiciário permaneceram resistindo e realizaram nova ocupação em 25/08, desta vez na Assembléia Legislativa, entretanto tiveram que desocupar o espaço durante a madrugada escoltados pela policia militar. Em 01/09/10 terminou a greve no judiciário com a assinatura do acordo de dissídio coletivo entre as entidades envolvidas e o tribunal de justiça, mas segundo as entidades "nova reunião já está agendada para o dia 6 de outubro e o acordo não é o fim da luta, mas um importante passo. O estado de greve continua até janeiro, continuaremos vigilantes para que o TJ cumpra o que assinou." Acompanhe em:http://www.aasptjsp.org

Os trabalhadores da saúde são ainda mais criminalizados quando deflagram movimento de greve, pois a população adoecida que procura os equipamentos de saúde não aceita a manifestação; em decorrência desta particularidade o movimento sindical da área da saúde vem associando estratégias como o "estado de greve" onde os trabalhadores se revezam e parte atende a população e a outra parte esclarece esta mesma população e a comunidade em geral as situações vivenciadas pela saúde do estado de S. Paulo, indicando claramente a justificativa das reivindicações, desmistificando o discurso dos gestores estaduais e colhendo apoio ao movimento.

O mesmo fez os trabalhadores da Fundação Casa que também entraram em "estado de greve" após assembléia geral da categoria onde reivindicavam reajuste real, respeito à data base da categoria, segurança no local de trabalho e mais 82 itens da pauta de reivindicação. Essa negação do Estado pelos direitos já conquistados vem criminalizando cada vez mais a organização dos trabalhadores.

Igualmente criminalizados foram os trabalhadores da educação do estado de SP, que após manifestação na Av. Paulista em que reivindicavam melhoria salarial, receberam acusações de promoverem greve eleitoreira, como se não fosse de conhecimento público que o salário do professorado paulista foi e continua sendo aviltante.

O CRESS/SP é solidário a luta das trabalhadoras e trabalhadores servidores públicos e se coloca ao lado de toda classe trabalhadora; classe trabalhadora esta que utiliza como instrumento de luta a nobre greve com suas inúmeras estratégias, para a vigília das conquistas de direitos conquistados pelos nossos antecessores e pela ampliação dos direitos.

http://www.cress-sp.org.br/index.asp?fuseaction=info&id=303

Reunião do Núcleo Metropolitano de Assistência Social

Reunião do Núcleo Metropolitano de Assistência Social

Data : 09 de agosto de 2010
Horário : 19h – 21h30
Local : Sede do CRESS/SP
R. Conselheiro Nébias, 1022 Campos Elíseos – São Paulo/SP.

Pauta :
1. Reflexão sobre o impacto na assistência social com a aprovação do PL 30hs.
2. Discussão nacional sobre o trabalhador da assistência social.
3. Alterações da NOB-SUAS.
4. Informes do Encontro Descentralizado do CFESS/CRESS - eixo Seguridade Social.
5. Programação para o segundo semestre/2010. Participe!!!
COORDENAÇÃO DO NÚCLEO METROPOLITANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CRESS/SP.

RELAÇÃO DOS 31 CENTROS DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) - São Paulo, Capital

Pedido




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https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkSNHkp9lWfz5KuxXmig56b_t0A9zXoCNQyD0TmXMqxuWo6mMGV0z08IEMiSWGPRiQDeE_KjfXkOgwfAlJ1IJ-iLZy-lHrtdQv_ZayygNjvyrdcTjwxqwKWqOlryL7H-3haVXoaWWx7GE/s400/CRAS.jpg

RELAÇÃO DOS 31 CENTROS DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS)
Horário de funcionamento: das 8h às 17h

CENTRO

CRAS SÉAv. Tiradentes, 749

ZONA NORTE

CRAS CASA VERDE
Rua Brazelisa Alves de Carvalho, 414

CRAS FREGUESIA DO Ó
Av. João Marcelino Branco, 95

CRAS SANTANA/TUCURUVI
Av. Tucuruvi, 808

CRAS VILA MARIA
Rua Soldado José Antônio Moreira, 546

CRAS JAÇANÃ
Av. Luís Stamatis, 300

ZONA SUL

CRAS CAMPO LIMPO (CC Natália Pedroso Rosemburg)
Rua Haroldo de Azevedo, 100

CRAS CAPELA DO SOCORRO
Rua Cassiano dos Santos, 499

CRAS CIDADE ADEMAR
Av. Yervant Kissajikian, 416

CRAS IPIRANGA
Rua Gonçalo Pedrosa, 131

CRAS JABAQUARA
Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2979

CRAS M´BOI MIRIM
Rua Taciano Flores, 440

CRAS PARELHEIROS
Av. Sadamu Inoue, 5252

CRAS PINHEIROS
Av. das Nações Unidas, 7123

CRAS SANTO AMARO
Rua Padre José de Anchieta, 646

CRAS VILA MARIANA
Rua Pedro de Toledo, 1529

ZONA LESTE

CRAS VILA PRUDENTE
Rua D. Genoveva D´Áscoli, 37

CRAS SÃO MIGUEL PAULISTA
Rua D. Ana Flora Pinheiro de Souza, 76

CRAS SÃO MATEUS
Av. Ragued Chohfi, 1400

CRAS PENHA
Rua Candapuí, 492

CRAS MOOCA
Rua Gonçalves Crespo, 227

CRAS ITAQUERA
Rua Sábado D´Angelo, 2085

CRAS GUAIANASES
Rua Otelo Ribeiro, 113

CRAS ITAIM PAULISTA
Av. Marechal Tito, 3012

CRAS ERMELINO MATARAZZO
Av. Paranaguá, 1497

CRAS ARICANDUVA
Rua Eponina, 82

CRAS CIDADE TIRADENTES
Rua Estrada do Iguatemi, 2751

ZONA OESTE

CRAS BUTANTÃ
Rua Ulpiano da Costa Manso, 201

CRAS LAPA
Rua Catão, 611 - 2º andar

CRAS PERUS
Rua Ylidio Figueiredo, 349

CRAS PIRITUBA
Rua Luís Carneiro, 193

EDITAL DE CONVOCACAO - Conselho Regional de Serviço Social – CRESS 9ª Região/SP

segunda-feira, 21 de junho de 2010    
EDITAL DE CONVOCACAO

O Conselho Regional de Serviço Social – CRESS 9ª Região/SP, no uso das suas atribuições legais e regimentais, convoca os Assistentes Sociais do Estado de São Paulo para a Assembléia Geral Ordinária, que será realizada no dia 26 de junho de 2010, às 13h30, em primeira chamada, e às 14h00, em segunda chamada, no Prédio anexo do Normandie Design Hotel – Av. Ipiranga, 1267 3º andar (metrô São Bento), São Paulo/SP, tendo como pauta:
• Apreciar e discutir a prestação de contas e o relatório anual das atividades do CRESS 9ª Região do exercício de 2009;
• Eleger delegados(as) para participação no Encontro Nacional CFESS/CRESS (sem data definida);
• Apresentar e deliberar propostas para o Encontro Descentralizado Sudeste (que reune os Estados de Sao Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gesrais, ocorrerá dias 15 a 18 de julho de 2010) e Encontro Nacional CFESS/CRESS;
• Informes gerais.
São Paulo, 19 de abril de 2010.
AUREA SATOMI FUZIWARA
CONSELHEIRA PRESIDENTA - CRESS 9ª REGIÃO/SP.

Segue abaixo link para o relatório final do 38º CFESS/CRESS (leitura para a Assembléia)
http://www.cfess.org.br/arquivos/relatorio_final_CFESS_CRESS_2009.pdf


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PRE-CONGRESSO BRASILEIRO DE ASSISTENTES SOCIAIS EM SÃO PAULO

CRESS-SP


"Lutas Sociais e Exercício Profissional no Contexto da Crise do Capital: Mediações e Consolidação do Projeto Ético Político Profissional"

DATA: 10 A 12 DE JUNHO
Local: Bunkyo - Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Rua São Joaquim, 381 - Liberdade/São Paulo-SP

APRESENTAÇÃO

O CRESS-SP tem realizado o encontro Pré-CBAS como um espaço de incentivo a participação, em especial pensando o fortalecimento da categoria no âmbito deste estado, bem como para propiciar um espaço mais próximos aos que não poderão ir até Brasília. Assim, realizaremos em torno da mesma temática, mas num porte menor o encontro das reflexões, debates, experiências e trocas das profissionais, estudantes e militantes interessados. Serão mesas de debates, experiências, mini-cursos, e apresentações de comunicações em várias temas.

Coordenação: CRESS/SP

CRAS-SP - evento

CRAS-SP




SEMINÁRIO-OFICINA “OS CRAS NOS MUNICÍPIOS: O TRABALHO E O TRABALHADOR DA ASSISTÊNCIA SOCIAL”
Data: 15/05/2010
Local: Universidade São Francisco - Campus São Paulo
Endereço:Rua Hannemann, 352, Pari - São Paulo/SP - SALÃO NOBRE

SAIBA COMO CHEGAR, CLICANDO AQUI!!

PROGRAMAÇÃO

8:00hs – credenciamento
9:00 – 9:20hs – Abertura
Prf.Carlos Ferrara Jr. Diretor do Campus São Paulo
Marlene Merisse – Conselheira do CRESS-9ª Região, Coordenadora do Núcleo Metropolitano de Assistência Social do CRESS, Docente do Curso de Serviço Social da USF, Membro do CONSEAS-Conselho Estadual de Assistência Social pelo CRESS-SP.
Dulcinéa Pastrello – Conselheira do COMAS-SP pelo CRESS-SP (segmento trabalhadores da assistência social) e integrante do Núcleo Metropolitano de Assistência Social do CRESS.
Representante da USF - Universidade São Francisco.
Regiane Fátima Nascimento - Estudante de Serviço Social da Uninove e participante do Núcleo Metropolitano de Assistência Social do CRESS.

9:20 – 12:00hs – “Os Cras nos municípios: O Trabalho e o Trabalhador da Assistência Social” Expositoras:
Neiri Bruno Chiachio – Assistente Social, Doutoranda do Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social - PUC-SP, Consultora do MDS/SNAS, Integrante do NEPSAS-Núcleo de Estudos e Pesquisa da Seguridade e Assistência Social/PUC-SP.

Profa. Tânia Maria R.G.Diniz – Assistente Social, Doutora em Serviço Social pela PUC-SP, Ex-Presidente do CRESS-SP (gestão 2002/2005) - Conselheira do CFESS Gestão 2008-2011.
Mediação:
Marlene Merisse
Maria Auxiliadora Pereira da Silva – Assistente Social da Prefeitura Municipal de Suzano, Integrante do Núcleo Metropolitano de Assistência Social - Mestranda do Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social – PUC-SP, Ingrante do NEPSAS-Núcleo de Estudos e Pesquisa da Seguridade e Assistência Social.
12 às 13:30hs – almoço
13:30 às 15:30hs – Oficinas
Oficina 1 – “Intersetorialidade, transversalidade e trabalho inter e multi profissional nos CRAS” - Oficineira: Marlene Merisse
Oficina 2 – “O reconhecimento territorial e a busca ativa” - Oficineira: Maria Inês Costa – Assistente Social membro da Coordenação do Fórum da Assistência Social do ABC, ex-membro da Diretoria do CRESS-SP e do CRESS/Seccional ABC, Mestranda na UNIBAN-Santana.
Oficina 3 – “O atendimento às emergências e a prontidão na assistência social segundo o SUAS” - Oficineiro: Prof.Ademir Alves da Silva, Assistente Social da Prefeitura Municipal de São Paulo (aposentado), Doutor em Serviço Social, Professor do Curso de Serviço Social da PUC-SP.
Oficina 4 – “Condições éticas e técnicas de trabalho e o assédio moral nos CRAS” - Oficineira: Profa. Terezinha de Fátima Rodrigues, Conselheira do CRESS-SP, Membro da Comissão Permanente de Ética do CRESS-SP, Doutora em Serviço Social, Docente da UNIFESP – Santos.
15:30 – 16:00hs – Plenária de encerramento.
Coordenação: Marlene Merisse
 
EVENTO GRATUÍTO - SEM A NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO PRÉVIA

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Evento 15 de maio

CRESS-SP





SEMINÁRIO-OFICINA “OS CRAS NOS MUNICÍPIOS: O TRABALHO E O TRABALHADOR DA ASSISTÊNCIA SOCIAL”
Data: 15/05/2010
Local: Universidade São Francisco - Campus São Paulo
Endereço:Rua Hannemann, 352, Pari - São Paulo/SP - SALÃO NOBRE

SAIBA COMO CHEGAR, CLICANDO AQUI!!

PROGRAMAÇÃO
8:00hs – credenciamento
9:00 – 9:20hs – Abertura
Prf.Carlos Ferrara Jr. Diretor do Campus São Paulo
Marlene Merisse – Conselheira do CRESS-9ª Região, Coordenadora do Núcleo Metropolitano de Assistência Social do CRESS, Docente do Curso de Serviço Social da USF, Membro do CONSEAS-Conselho Estadual de Assistência Social pelo CRESS-SP.
Dulcinéa Pastrello – Conselheira do COMAS-SP pelo CRESS-SP (segmento trabalhadores da assistência social) e integrante do Núcleo Metropolitano de Assistência Social do CRESS.
Representante da USF - Universidade São Francisco.
Regiane Fátima Nascimento - Estudante de Serviço Social da Uninove e participante do Núcleo Metropolitano de Assistência Social do CRESS.
9:20 – 12:00hs – “Os Cras nos municípios: O Trabalho e o Trabalhador da Assistência Social”
Expositoras:
Neiri Bruno Chiachio – Assistente Social, Doutoranda do Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social - PUC-SP, Consultora do MDS/SNAS, Integrante do NEPSAS-Núcleo de Estudos e Pesquisa da Seguridade e Assistência Social/PUC-SP.
Profa. Tânia Maria R.G.Diniz – Assistente Social, Doutora em Serviço Social pela PUC-SP, Ex-Presidente do CRESS-SP (gestão 2002/2005) - Conselheira do CFESS Gestão 2008-2011.
Mediação:
Marlene Merisse
Maria Auxiliadora Pereira da Silva – Assistente Social da Prefeitura Municipal de Suzano, Integrante do Núcleo Metropolitano de Assistência Social - Mestranda do Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social – PUC-SP, Ingrante do NEPSAS-Núcleo de Estudos e Pesquisa da Seguridade e Assistência Social.

12 às 13:30hs – almoço
13:30 às 15:30hs – Oficinas
Oficina 1 – “Intersetorialidade, transversalidade e trabalho inter e multi profissional nos CRAS” - Oficineira: Marlene Merisse
Oficina 2 – “O reconhecimento territorial e a busca ativa” - Oficineira: Maria Inês Costa – Assistente Social membro da Coordenação do Fórum da Assistência Social do ABC, ex-membro da Diretoria do CRESS-SP e do CRESS/Seccional ABC, Mestranda na UNIBAN-Santana.
Oficina 3 – “O atendimento às emergências e a prontidão na assistência social segundo o SUAS” - Oficineiro: Prof.Ademir Alves da Silva, Assistente Social da Prefeitura Municipal de São Paulo (aposentado), Doutor em Serviço Social, Professor do Curso de Serviço Social da PUC-SP.
Oficina 4 – “Condições éticas e técnicas de trabalho e o assédio moral nos CRAS” - Oficineira: Profa. Terezinha de Fátima Rodrigues, Conselheira do CRESS-SP, Membro da Comissão Permanente de Ética do CRESS-SP, Doutora em Serviço Social, Docente da UNIFESP – Santos.
15:30 – 16:00hs – Plenária de encerramento.
Coordenação: Marlene Merisse
EVENTO GRATUÍTO - SEM A NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO PRÉVIA


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ASSITENTES SOCIAIS EM CAMPANHA PELA CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

CRESS-SP


terça-feira, 11 de maio de 2010    
 
  ASSITENTES SOCIAIS EM CAMPANHA PELA CONVIVĘNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA  
     
 
24 e 25/05/2010
Local: Bunkyo - Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Rua São Joaquim, 381 - Liberdade/São Paulo-SP

Os Assistentes sociais têm atuado nos mais diferentes espaços sócio-ocupacionais, desenvolvendo projetos, atendimentos, pesquisas, metodologias junto à família e os segmentos geracionais (idosos, adolescentes, crianças, jovens, adultos) nas diversas situações de vulnerabilidade e de afirmação de direitos. Neste sentido, o Núcleo de Criança e Adolescente do Cress-SP (Sede) vem amadurecendo a importância de maior articulação destas ações, no campo das políticas públicas estatais, em especial. Além disso, é preciso combater a lógica menorista contrária ao paradigma da proteção integral inspirada na Convenção Internacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. A ênfase nas ações de medidas de privação de liberdade e acolhimento institucional, bem como métodos como a inquirição de crianças para obtenção de provas criminais, projetos de lei como o relativo ao toque de recolher e ao armamento de conselheiros tutelares vêm demonstrar as graves e ostensivas agressões às conquistas obtidas timidamente ao longo dos últimos anos.
Neste mesmo contexto, o agravamento da perspectiva higienista e punitiva se apresenta de forma mascarada, jogando a população sem moradia em albergues, expulsando-as das ocupações organizadas, abandonando-se idosos em situações aviltantes, retomando perspectivas amplamente questionadas pelo movimento antimanicomial, não cumprindo os direitos das pessoas vítimas de violência, em particular por sua identidade de gênero (mulheres, lésbicas, travestis), com homofobia, femicídios e lesbofobia, bem como banalizando o aprisionamento de jovens cada vez mais cedo, por crimes contra o patrimônio e sem potencial ofensivo a vida.
Considerando ainda que em 2010 o Estatuto da Criança e do Adolescente fará 20 anos, bem como problematizando que a Constituição Federal vem sofrendo emendas sem que se consolidem os direitos fundamentais já previstos, a Campanha pelo Direito à Convivência Familiar tem os seguintes objetivos:
Afirmar o direito à convivência familiar e comunitária de todos os seres humanos enquanto constituinte do paradigma de proteção integral à criança ao adolescente, bem como de todos os sujeitos sociais, com ênfase na ampliação dos processos de participação e no controle social da sociedade civil sobre o Estado, com vistas a mobilizar a sociedade para esta defesa.
Problematizar a “centralidade da família” nas políticas sociais, aprofundando o entendimento de que a família não é categoria explicativa da realidade, mas que expressa as contradições e resistências vividas no sistema capitalista.
 
vagas limitadas!!
 
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Com cerca de 82 mil profissionais em todo o Brasil, a PL 5278/2009 prevê a fixação de um piso salarial para as (os) Assistente Sociais de R$ 3.720,00 e jornada de trabalho de 30h semanais.

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