Concurso Prefeitura Municipal de Piracaia

Descrição: Concurso Público Salário R$1.595,37
Prova: Português; Conhecimentos Gerais e Específicos prevista para 14/08.
Cargo: Assistente Social
Número de Vagas: 2
Carga Horária: 30 hs. Semanais.
Requisitos: Graduação em Serviço Social; CRESS.
Período de Inscrição: Até 15/07
Site: http://www.apiceconcursos.com.br

Dados do Concurso Público 

Edital Nr.:001/2011                                                                    
Total de Vagas:60 - Diversas Áreas / Cargos Reservas
Período das Inscrições: De 04 a 15 de Julho de 2011 
Inscrições Presenciais:Das 09h00 às 16h00 ( Exceto Sábados, Domingos e Feriados )
Local da Insc. Presencial:Pref. Munic. de Piracaia - Av. Dr. Cândido Rodrigues, 120 - Centro
Inscriçőes On-Line:Clique aqui... Para acessar a Ficha de Inscrições
Reimp. do Boleto:Clique aqui... Para Reimpressão do Boleto


Edital e Anexos

- Edital Completo do Concurso Público 001/2011
- Edital Resumido do Concurso Público 001/2011
 

MEC suspende ingresso de novos/as estudantes em cursos à distância no RS

Segundo ex-funcionário da Ulbra, alunos/as seriam aprovadas/as sem correção de provas (RBS TV)

Um dos objetivos da campanha "Educação não é fast-food: diga não para a graduação à distância em Serviço Social", lançada em maio de 2011 pelo Conjunto CFESS-CRESS, ABEPSS e ENESSO, com apoio do Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (ANDES-SN), é o de denunciar as diversas irregularidades dos cursos de graduação na modalidade EaD, verificadas pelos CRESS e registradas no documento "Sobre a incompatibilidade entre a graduação à distância e o Serviço Social". No hotsite da campanha, o internauta é provocado a "montar seu próprio curso", com "ingredientes" como "bibliotecas inexistentes", "tutor não-assistente social" e ainda "ausência de plano de estágio", problemas verificados pelos CRESS em sua pesquisa nas faculdades e polos de graduação EaD. 

Agora, parece que uma nova opção de ingrediente deverá ser incluída na brincadeira provocativa do hotsite: a de "aprovação sem avaliação". Isso porque foi noticiado ontem, 11/7, em diversos portais e no Jornal Nacional (da Rede Globo de Televisão), que o Ministério da Educação (MEC) suspendeu o ingresso de novos alunos em cursos à distância da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), do Rio Grande do Sul, devido a denúncias de que alunos/as estariam sendo aprovados/as mesmo sem a correção de provas. De acordo com a reportagem, quase 200 polos de apoio a estudantes, em vários estados, serão descredenciados. A Polícia Federal está investigando o caso.

No último domingo, 10/7, a RBS TV (afiliada da TV Globo no Rio Grande do Sul) já havia divulgado matéria com depoimentos de um ex-funcionário que fez as denúncias. A reportagem da RBS TV obteve acesso a essas provas dissertativas não corrigidas de alunos/as já aprovados/as pela Ulbra e, segundo a matéria, foram identificados "erros grosseiros de escrita" nas avaliações.

Em nota oficial, a reitoria da Ulbra informou que instaurou processo administrativo para investigar o assunto veiculado pela reportagem e que irá colaborar com todos os meios necessários para esclarecer os fatos junto ao inquérito da Polícia Federal.

"Reportagens como essa só reafirmam a assertividade da campanha, que não só tem a tarefa de denunciar a precarização da formação, mas também de colocar em debate a política de educação do país, a nosso ver, mercantilizada e discriminatória, já que não garante o acesso ao ensino superior presencial, público e gratuito para todos os/as brasileiros/as, e para tornar público nosso posicionamento de defesa da democratização do ensino, mas com garantia de qualidade na formação", defendeu a presidente do CFESS, Sâmya Rodrigues Ramos.

Para a coordenadora nacional de Graduação da ABEPSS, Maria Helena Elpídio, a reportagem exemplificou uma das fragilidades encontradas na graduação à distância. "Com isso, fica claro a falta de avaliação e fiscalização por parte do órgão competente", criticou. Segundo ela, é fundamental que se continue denunciando as irregularidades. "Temos que procurar outras esferas além do MEC, como Ministério Público, os Conselhos Estaduais de Educação entre outras", concluiu.

Recado para o MEC
Desde junho, é possível, pelo hotsite da campanha "Educação não é fast-food", enviar um recado ao MEC exigindo uma educação pública, presencial e de qualidade. O link está na página inicial e é uma nova estratégia para chamar a atenção para as fragilidades do modelo de graduação à distância.

Além disso, na semana passada, o CFESS divulgou o relatório do 1º Seminário de EaD da Área da Saúde, realizado em março de 2011 pelo Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde FCFAS), no qual foi defendido que "a área da saúde, pelas suas peculiaridades e características de integração com o ser humano, não se identifica com a modalidade de ensino à distância". O FCFAS representa os quatorze Conselhos da Área: Biomedicina, Biologia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutricionistas, Psicologia, Odontologia, Serviço Social e Técnicos em Radiologia.

(com informações do jornal Zero Hora)


Veja a reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo

Assista também à matéria especial da RBS TV

Ainda não enviou seu recado ao MEC? Entre no hotsite da campanha e manifeste seu apoio à luta pela educação presencial, pública, gratuita, laica e de qualidade


Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

Rafael Werkema - JP/MG 11732Assessor de Comunicaçãocomunicacao@cfess.org.br

VIII Conferência Nacional de Assistência Social

VIII Conferência Nacional de Assistência SocialA VIII Conferência Nacional de Assistência Social, programada para o período de 7 a 10 de dezembro de 2011, em Brasília, vai abordar o tema “Os avanços na consolidação do Suas, com a valorização dos trabalhadores e a qualificação da gestão, dos serviços, programas, projetos e benefícios". O evento é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

Este ano, a conferência terá quatro subtemas: estratégias para a estruturação da gestão do trabalho no Suas; reordenamento e qualificação dos serviços socioassistenciais; fortalecimento da participação e do controle social; e a centralidade do Suas na erradicação da extrema pobreza no Brasil.

As conferências são espaços amplos e democráticos de discussão e articulação coletiva em torno de propostas e estratégias de organização. Sua principal característica é reunir governo e sociedade civil para debater e decidir as prioridades nas políticas públicas nos anos seguintes.

Elas devem ocorrer em âmbito municipal (de 2 de maio a 7 de agosto), estadual (após as municipais e até 14 de outubro) e nacional (de 7 a 10 de dezembro). A realização de uma conferência não é algo isolado, mas parte de um processo amplo de diálogo e democratização da gestão pública.

Em cartas, o CNAS lembra aos gestores, trabalhadores e usuários da assistência social a necessidade de fortalecer as alianças. Reforça, ainda, que é preciso debater e decidir, nas três esferas de governo, a gestão estratégica do trabalho, a qualificação dos serviços, programas, projetos e benefícios, a participação popular, o controle social e a importância do Sistema Único de Assistência Social na erradicação da extrema pobreza no Brasil.

Leia a íntegra das cartas abertas aos gestores, aos trabalhadores e aos usuários do Suas.

Rio realiza seminário internacional sobre políticas de juventude

http://www.juventude.gov.br/wp-content/uploads/2011/07/Ano_Internacional_Juventude.jpgOs idiomas e sotaques do diálogo foram vários, mas o assunto foi apenas um: políticas de juventude. A diversidade foi a marca do “Seminário Internacional de Políticas de Juventude: Debatendo os Programas Internacionais”. O evento – realizado pela Coordenadoria de Juventude da Cidade do Rio de Janeiro nos dias 7 e 8 de julho – reuniu gestores, especialistas e organizações de diversas partes do mundo.
Na abertura do evento, o vice-prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Antônio Muniz, enfatizou a importância da participação juvenil no âmbito de toda a sociedade. O vice-presidente e presidente da Comissão de Juventude da Câmara do Rio de Janeiro, Leonel Brizola Neto, afirmou que as portas da Câmara Municipal estão abertas para os jovens participarem.
Foi nesse clima próspero que o coordenador de Juventude da Cidade do Rio de Janeiro, Igor Bruno, falou sobre a importância do seminário para o desenvolvimento do Plano Municipal de Juventude. “Conhecer e debater as ações realizadas por países da Europa e Américas pode amadurecer muito o debate para soluções de nossos desafios locais. A Conferência Municipal de Juventude – que será nos dias 27 e 28 de Agosto – irá se debruçar sobre as questões locais”, revelou Igor Bruno.
A Secretária-adjunta da Secretaria Nacional de Juventude, Ângela Guimarães, ressaltou a relevância do evento na perspectiva de acumulação de conhecimento, com a chance de impactar a formulação das políticas públicas de juventude não só no Rio de Janeiro, mas em vários municípios do país. Já Luis Roberto Acosta, Diretor Regional da Organização Ibero-Americana de Juventude do Cone Sul, ressaltou a importância de eventos dessa natureza para a integração entre organizações internacionais, demais atores sociais e a esfera pública. Acosta colocou a OIJ à disposição para formulação de projetos conjunto.
O debate seguinte, Desenvolvimento e Institucionalização de Políticas Públicas de Juventude no Contexto Internacional, teve a participação de Howrd Willianson, professor da Universidade de Glamorgan; e de Ernesto Rodriguez, CELAJU – Uruguai. Outros temas tratados no evento foram: saúde jovem, sistema de informação juvenil, educação para cidadania ativa e empregabilidade juvenil.

Fonte: Assessoria de comunicação da Prefeitura do RJ

Área da Saúde é contra a graduação à distância

Em relatório, Fórum dos conselhos federais marca posicionamento

"A área da saúde, pelas suas peculiaridades e características de integração com o ser humano, não se identifica com a modalidade de ensino à distância". Este trecho foi extraído do relatório final do 1º Seminário de EaD da Área da Saúde, realizado em março de 2011, pelo Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS ou Conselhinho), que representa os quatorze Conselhos da Área: Biomedicina, Biologia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutricionistas, Psicologia, Odontologia, Serviço Social e Técnicos em Radiologia.

O documento reforça ainda mais a campanha "Educação não é fast-food", lançada em maio pelo Conjunto CFESS-CRESS, ABEPSS e ENESSO com apoio do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES – SN).

De acordo com o relatório, assinado pelos Conselhos Federais, o resultado das discussões realizadas no Seminário consolidou uma "unidade de posicionamento contrária à implementação de cursos de graduação à distância na área da saúde. Esse posicionamento foi formulado para assegurar uma educação superior de qualidade na área, caracterizada por um processo formativo voltado para os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e para a indissociabilidade de ensino pesquisa e extensão".

O material traz também, de forma objetiva, argumentos que comprovam a incompatibilidade entre a graduação à distância e as profissões da área da saúde.

"As Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos da área da Saúde estabelecem atividades práticas desde o inicio da formação, visando a construção de aproximações e aprofundamento diante dos problemas concretos da realidade. Enfatizou-se que a formação em saúde está centrada no cuidado com o ser humano. Logo, questionou-se como desenvolver este lado humanístico e profissional à distância? Na EaD, os conteúdos práticos profissionais sem relação com o paciente e distante das necessidades de saúde perdem o sentido. Como ensinar um procedimento cirúrgico e todas as possíveis reações do paciente à distância? Como ensinar as práticas de serviço em saúde sem estar junto ao estudante? Tais questões suscitaram preocupações e temor o que mobilizou o grupo a não aceitar esta modalidade do ensino para as profissões da área da saúde", diz outro trecho do relatório.

O documento reforça ainda mais a campanha "Educação não é fast-food" (2011 | metaracomunicacao.com.br | foto estúdio faya) 

Graduação à distância: democratização ou mercantilização?
Na análise feita pelos Conselhos Federais sobre os dados do Ministério da Educação (MEC) acerca da distribuição dos pólos de EaD, que apontaram para a prevalência dos mesmos no litoral brasileiro e no centro-sul do Brasil, tal situação é conflitante. Isso porque mostra que o EaD chega menos nas regiões de pouca oferta de cursos presenciais. "A menor demanda de cursos de EAD é nas regiões em que, teoricamente, existe maior necessidade, como na região Norte. Nas regiões apresentadas já existe uma densidade elevada de cursos presenciais, descaracterizando a necessidade social para o ensino de EAD e estimulando uma competição autofágica entre as Instituições de Ensino Superior (IES), onde há saturação de profissionais e grandes dificuldades de absorção no mercado de trabalho".

Ainda de acordo com o relatório do FCFAS, os Conselhos de Regulamentação, como órgãos normativos e fiscalizadores do exercício profissional, sentem-se responsáveis pela orientação de formação profissional de qualidade para a sociedade brasileira.

Para a presidente do CFESS, Sâmya Rodrigues Ramos, o relatório comprova que a preocupação em relação à formação profissional não é só do CFESS, mas de outros Conselhos de profissões da Saúde, afirmando a assertividade da campanha "Educação não é fast-food". "A questão é a política brasileira de educação, mercantilizada e discriminatória. Queremos que todos/as tenham acesso à universidade, mas que esta universidade seja presencial, pública, laica e gratuita. É essa a educação que defendemos", completou.

Leia o relatório completo

Um pouco do que foi o Seminário
O 1º Seminário de EaD da Área da Saúde aconteceu nos dias 30 e 31 de março de 2011, em Brasília (DF), e reuniu cerca de 60 representantes dos quatorze  conselhos federais da área da saúde, além de integrantes da Secretaria de Regulação e Supervisão em Educação à Distância do MEC e da Coordenação Geral da Educação à Distância da Escola Nacional de Saúde Pública.

Entre os temas abordados, estiveram "Panorama e Perspectivas do EaD no Brasil", "Bases Conceituais do EaD" e "Potencialidades e Fragilidades do EaD". Este último foi apresentado por representantes dos Conselhos de Enfermagem e Medicina, além da ex-presidente do CFESS, Ivanete Boschetti, que falou do EaD no âmbito da garduação em Serviço Social.

Para se ter uma ideia, na modalidade EaD, o Serviço Social é o terceiro curso mais ofertado no país, ficando atrás apenas da Pedagogia e Administração. Na área da saúde, é o mais procurado na graduação à distância.

Campanha "Educação fast-food" ganha força
Depois de a campanha "Educação não é Fast-food" escancarar os problemas da graduação à distância e sua incompatibilidade com o Serviço Social, ela agora parte para uma nova etapa, que é a de denunciar ao MEC as inúmeras irregularidades do EaD e, principalmente, cobrar do Estado educação pública, presencial, laica e de qualidade. "Provocamos o debate e diversos setores começam a se manifestar. Estamos abertos ao diálogo, mas mantendo nosso posicionamento crítico frente à política de educação do país", afirmou Sâmya.


Hotsite da campanha agora cria canal direto com o MEC

Ainda não enviou seu recado ao MEC? Entre no hotsite da campanha e manifeste seu apoio à luta pela educação presencial, pública, gratuita, laica e de qualidade

Leia o CFESS Manifesta especial "Educação não é fast-food"

E veja também
Seminário Nacional debate campanha "Educação não é fast-food", que entra em nova fase
Conjunto CFESS-CRESS, ABEPSS e ENESSO lança campanha "Educação não é fast-food"


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