Conferência Livre de assistentes sociais, psicólogos e demais defensores dos direitos da criança e do adolescente


 Os Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS) e de Psicologia (CRP) do RJ estão organizando, no próximo dia 30 de setembro, em âmbito estadual, uma Conferência Livre de assistentes sociais, psicólogos e demais defensores dos direitos da criança e do adolescente, e terá como tema "Escuta ou proteção? Os impactos da judicialização na rede de proteção à criança e ao adolescente".
A iniciativa da conferência partiu da reflexão realizada pelos Conselhos diante do chamado projeto "Depoimento Sem Danos", rebatizado de diversos outros nomes, como "Depoimento Especial" ou "Inquirição Especial", e que vem recebendo apoio de diversos órgãos do campo sociojurídico, mesmo com o posicionamento contrário dos Conselhos Federais de Serviço Social e de Psicologia.
Entretanto, a análise vai muito além da participação ou não de assistentes sociais e psicólogos nessa metodologia, que ainda está sendo pensada para ser implantada pelos Tribunais de Justiça do país (e do estado do RJ). Além de um posicionamento contrário a toda e qualquer forma de inquirição de crianças e adolescentes, o projeto do depoimento sem danos indica a forte tendência existente no cenário contemporâneo de utilizar o trabalho do assistente social e do psicólogo (e de outras categorias) para alimentar o sistema de justiça que atualmente direciona sua política numa perspectiva criminalizante.
"Falar em justiça é muito mais do que falar em Poder Judiciário ou instituições afins, como o Ministério Público. A oferta de serviços públicos que garantem os direitos humanos e a proteção integral de crianças e adolescentes promove a justiça, mas precisa ser pensada mais como  valor ético, e não somente como uma instituição. O que estamos assistindo é que as instituições do campo sociojurídico têm determinado a agenda dos serviços sociais para alimentar os ritos processuais e rotinas institucionais que não rebaterão de forma transformadora na realidade. E isso não é à toa: isso ocorre em um contexto nacional e internacional de recrudescimento do papel punitivo do Estado, em detrimento do papel protetivo a seus cidadãos. As formas de controle dos pobres, cada vez mais explorados e espoliados da riqueza socialmente produzida, passa pela ampliação do Estado Penal e das formas de disciplinamento de comportamentos. Não à toa essas requisições chegam às políticas de saúde, de assistência social, de segurança pública. E usam de um argumento de autoridade, absolutamente questionável, para impor aos profissionais das diversas instituições modus operandi que não lhe competem e que ferem os respectivos Códigos de Ética, ou refuncionalizando aqueles que já existem para responderem a esses interesses de utilização do sistema de justiça para responsabilizar e punir famílias pobres.", reflete o Presidente do CRESS-RJ, Charles Toniolo.
O evento tem como objetivo discutir estratégias de enfretnamento desse quadro no cotidiano dos profissionais que atuam com a proteção integral à criança e ao adolescente, e preparar aqueles que se elegeram delegados às Conferências Estaduais de Saúde e Assistência Social e aqueles que pretendem participar da de Segurança e de Criança e Adolescente, para fazerem essa discussão junto a outras entidades de defesa dos direitos da criança e do adolescente no espaço de definição dos rumos dessas políticas. Porém, todos os profissionais e demais defensores dos direitos da criança e do adolescente estão convidados.
O evento ocorrerá dia 30 de setembro, na UERJ, das 9 às 18:00hs, e conta com o apoio do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) e da Comissão de Direitos Humanos da OAB. Na programação, o advogado Pedro Pereira, a psicóloga Esther Arantes e a assistente social Eunice Fávero comporão a mesa central, conforme a programação que se encontra no cartaz. Clique aqui: http://cressrj.org.br/download/arquivos/Conferencia_Livre__set_2011_cartaz_A3_cor_b.pdf

No RJ e na PB, saúde pública é violentada

Parlamentares aprovam projetos de lei de privatização de política social. Votação da ADIN contra as Organizações Sociais passa a ser prioridade para defesa do SUS
Na CMJP, manifestantes foram impedidos/as pelos/as seguranças de assistir à plenária (foto: reprodução PBTV)

Nessa última semana, entre os dias 13 e 15 de setembro, a saúde pública foi brutalmente violentada no estado do Rio de Janeiro (RJ) e na cidade de João Pessoa (PB). Em ambos os locais, parlamentares aprovaram projetos de lei que permitem a transferência da administração do serviço público de saúde para as Organizações Sociais (OS).

Nem mesmo a mobilização de fóruns populares de saúde, sindicatos e movimentos sociais foi capaz de impedir a aprovação dos projetos. Os/as manifestantes foram vítimas de agressões e impedidos/as de acompanhar a votação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP).

“Fomos recebidos com truculência pelos seguranças e impedidos de assistir à plenária que aprovou este crime contra a saúde pública de João Pessoa”, denunciou o conselheiro do CFESS, Marcelo Sitcovsky, que participou dos protestos em frente à CMJP nos dias 13, 14 e 15 de setembro, organizado pelo Fórum Paraibano em Defesa do Sistema Único de Saúde.

No projeto aprovado pelos/as vereadores/as, não só a Saúde, mas outras políticas sociais também poderão ser geridas pela iniciativa privada, como a Assistência Social, Cultura, Educação etc. “Sabemos dos prejuízos causados pelas Organizações Sociais. Elas contratam trabalhadores sem concurso público, adquirem bens e serviços sem processo licitatório, alijam a participação da sociedade civil, já que não possibilitam o controle social, e sucateiam os serviços públicos para obtenção de lucros maiores para estas empresas”, denunciou Sitcovsky.

O conselheiro do CFESS reforçou ainda que é fundamental garantir qualidade aos serviços prestados à população, e que isso só é possível com aumento de verbas públicas e uma gestão pública das políticas sociais.

A agressão à saúde na Paraíba pode ser ainda maior, já que tramita na Assembleia Legisltativa do estado (ALPB) uma medida provisória que também passa à iniciativa privada a administração da saúde pública estatal. 

Veja a entrevista de Marcelo Sitcovsky ao PBTV, da Rede Globo

Veja vídeos da ação dos seguranças da CMJP que impediram que os/as manifestantes participassem da sessão

O conselheiro do CFESS, Marcelo Sitcovsky, critica a aprovação do projeto que vai sucatear a saúde pública de João Pessoa (foto: reprodução PBTV)

No Rio de Janeiro, o governo “recebeu” manifestantes contrários/as à privatização da saúde com sua famosa tropa de choque da Polícia Militar. Segundo a assistente social e integrante do Fórum de Saúde do Rio, Juliana Souza Bravo de Menezes, que participou dos protestos, os policiais usaram spray de pimenta e, claro, muita violência. “A tropa de choque já estava preparada desde cedo, bem como a segurança da Assembleia, a mando do governador do RJ, Sérgio Cabral, e do presidente da Alerj, Paulo Melo. Tudo isso para evitar que a população frequentasse as galerias da Assembleia. Tentamos negociar a entrada de um número maior de trabalhadores/as do que as 20 senhas fornecidas. E como resposta, fomos brutalmente agredidos/as”, relatou Juliana.

Ainda segundo a assistente social, representantes do Fórum do RJ e da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde estavam se reunindo, há pelo menos uma semana, quando o projeto entrou na pauta da Alerj, com os/as deputados/as para mostrar os prejuízos causados pelas OS. “Mas parece que o governo do RJ e grande parte do Legislativo querem transformar a Saúde em um balcão de negócios”, completou.  

Em nota divulgada em seu site oficial, o CRESS-RJ manifestou repúdio à ação contra os/as manifestantes, “que ali exerciam o seu direito político de se organizar e de expressarem sua opinião”. “A gestão de saúde por OS representa a privatização da saúde pública, no contexto da contrareforma do Estado, uma vez que essa passa a ser gerida pela lógica do mercado, e não pela garantia dos direitos humanos”, afirmou o Conselho Regional.

Veja vídeo do tumulto causado pelos seguranças da Alerj e pela tropa de choque do RJ

No Rio, a tropa de choque foi chamada para impedir a participação popular na Alerj (foto: reprodução do You Tube)

Votação pela procedência de ADIN contra a OS é fundamental
Há anos tramita no Superior Tribunal Federal (STF) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) 1.923/1998 contra a Lei 9.637/1998, que legaliza a terceirização da gestão de serviços e bens coletivos para entidades privadas, mediante o repasse de patrimônio, bens, serviços, servidores e recursos públicos. Se a ação for considerada procedente pelo Supremo, a Lei 9.637/1998 se torna inconstitucional. Com isso, a Saúde e outras políticas sociais não poderão ser geridas por OS ou quaisquer outras entidades de direito privado, como fundações.

Em 2011, a ADIN entrou na pauta do STF por duas vezes, mas em ambas as ocasiões as votações foram interrompidas por solicitação de pedidos de vista para analisar melhor a matéria. Em 31/3, o pedido foi feito pelo ministro Luiz Fux, e em 19/5, pelo ministro Marco Aurélio Mello.

Até o momento, somente o relator da ADIN, Ayres Britto, e Luiz Fux votaram, apontando a procedência parcial da Ação. Entretanto, o voto de Fux foi considerado bastante desfavorável, já que o mesmo desconsiderou todos os problemas que vêm sendo relatados em relação às OS, documentados no dossiê "Contra fatos não há argumentos que sustentem as Organizações Sociais no Brasil". No material, há uma série de reportagens denunciando as fraudes que envolvem os recursos públicos, os quais resultam na violação frontal ao princípio da Moralidade na Administração Pública, pela dispensa de licitação garantida às organizações sociais; os prejuízos à população, devido à ausência de controle social sobre as OS e o sucateamento dos serviços públicos para obtenção de lucros maiores para estas empresas; e a precarização das condições de trabalho e ausência de transparência na contratação de trabalhadores/as, abrindo um precedente para o clientelismo nesta contratação, suprimindo o caráter democrático do concurso público.

Desde 2010, o CFESS integra Frente Nacional contra a Privatização da Saúde (ou Frente contra as OS), formada por entidades, fóruns populares de saúde e movimentos sociais. Por esse motivo, o Conselho Federal vem convocar a categoria, mais uma vez, a ser signatária do abaixo-assinado contra a privatização da saúde e pela procedência da ADIN.

“Apoiar esta luta significa defender a qualidade nas políticas sociais e nos serviços por elas viabilizados. E falar em qualidade significa exigir condições éticas e técnicas de trabalho e efetivo financiamento das políticas sociais”, finaliza o conselheiro do CFESS, Marcelo Sitcovsky.

ACOMPANHE

Seja um/a signatário/a a favor da saúde pública no Brasil

Visite o blog "Pela Saúde", do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro, envie e-mails para os/as ministros e veja os links para outros fóruns de saúde no Brasil

Baixe o documento Contra fatos não há argumentos que sustentem as Organizações Sociais no Brasil

Conheça no site do STF a ADIN 1.923/1998

E RELEMBRE

Para salvar a Saúde: mobilização contra a privatização do SUS ganha força

Saúde agoniza enquanto ADIN não é votada

A saúde pública vai sobreviver à espera?

Frente contra privatização do serviço público se reúne com Ministro do STF, Ayres Britto

CFESS assina carta em defesa de serviço público de qualidade e pelo controle social


Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

Rafael Werkema - JP/MG - 11732
Assessor de Comunicação
comunicacao@cfess.org.br

BPC na Escola abre nova adesão para municípios a partir desta quinta

A partir desta quinta-feira (15), inicia-se novo processo de adesão dos municípios, estados e Distrito Federal ao programa BPC na Escola. Mais de 2,6 mil municípios, incluindo todas as capitais, integram a iniciativa desde 2008. Esta é a oportunidade de renovar a adesão e de novos municípios começarem a participar.

Para aderir, a prefeitura deve acessar o Módulo de Adesão do Sistema BPC na Escola e preencher o Termo de Adesão. Ao entrar no programa, o município assume o compromisso de identificar, acompanhar e monitorar o acesso e a permanência na escola de crianças e adolescentes com deficiência, de até 18 anos, que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Os municípios que já fazem parte também deverão preencher o termo de adesão. “Quem aderiu em 2008 terá que reafirmar o compromisso de incluir crianças e adolescentes com deficiência no programa, para que elas possam ter acesso e permanecer na escola”, explica a coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS, Elyria Credídio.

A gestão, a regulação e a implantação do BPC na Escola são feitas pelo grupo gestor interministerial (GGI), formado por representantes do MDS e dos ministérios da Educação e da Saúde e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Para explicar o processo, o GGI promoverá, a partir desta semana, sete videoconferências com gestores e técnicos dos estados e das capitais. Serão sanadas dúvidas e apresentado o módulo do sistema que permite o registro do atendimento socioassistencial dos beneficiários pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).


Cronograma das videoconferências do BPC na Escola
Dirigentes dos órgãos gestores e equipes técnicas das políticas responsáveis pelo programa e grupos gestores
DataHoraEstados
15 de setembro (quinta-feira)das 9h às 12hno Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e capitais (Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis)
15 de setembro (quinta-feira)das 14h às 18hno Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo e capitais (Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo)
16 de setembro (sexta-feira)das 9h às 12hno Amapá, Pará e Roraima e capitais (Macapá, Belém e Boa Vista)
16 de setembro (sexta-feira)das 14h às 18hno Acre, Amazonas, Rondônia e Tocantins e capitais (Rio Branco, Manaus, Porto Velho e Palmas)
19 de setembro (segunda-feira)das 9h às 12hem Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Sergipe e capitais (Maceió, Salvador, João Pessoa e Aracaju)
19 de setembro (segunda-feira)das 14h às 18hno Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte e capitais (Fortaleza, São Luís, Teresina e Natal)
20 de setembro (terça-feira)das 9h às 12hno Distrito Federal e em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e capitais (Goiânia, Cuiabá e Campo Grande)


As videoconferências poderão ser assistidas, ao vivo, em salas do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) em cada capital e pela internet. Confira aqui os contados regionais do Datasus.

Os gestores e técnicos poderão enviar perguntas e questionamentos durante a transmissão, pelo correio eletrônico bpcnaescola@mds.gov.br.

Números – O BPC na Escola provocou aumento de 21% para 53% no índice de presença na escola de jovens atendidos pelo BPC. Em 2007, dos 375.340 crianças e adolescentes beneficiários, 78 mil estavam na escola. Em 2010, o número saltou para 229.017 dos 435.928 beneficiários nessa faixa etária.

Informações para a imprensa
Ana Soares e Cristiane Hidaka
            (61) 3433-1065      
www.mds.gov.br/saladeimprensa

Concurso Prefeitura de Satubinha, Maranhão

A Prefeitura de Satubinha, Maranhão, abriu inscrições ontem, 12 de setembro, para o concurso público que fará a contratação de 40 profissionais com salários que variam entre R$ 545,00 a R$ 5.500,00 para os seguintes cargos:
Superior - Assistente Social, Bioquímico, Enfermeiro, Médico Clínico Geral, Nutricionista, Odontólogo, Enfermeiro e Psicólogo.
Médio - Técnico de Enfermeira e Técnico de Consultório.
Para concorrer, os interessados deverão efetuar a inscrição até o dia 30 de setembro, no site www.institutoaracaaranha.com.br, ou de forma presencial no Centro Administrativo localizado na rua Cesário Fahad. s/n, das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30.
No ato de inscrição será necessário entregar os seguintes documentos:
  • Comprovante da taxa de inscrição;
  • Cópia do documento de Identidade;
  • Cópia do CPF;
  • Ficha de Inscrição devidamente preenchida, sem emendas ou rasuras.
Os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, prevista para ser aplicada no dia 30 de outubro em locais e horários que serão confirmados pela organizadora.

Seminário Nacional de Serviço Social e a Questão Urbana

Evento acontece em São Paulo, nos dias 28 e 29/10. As inscrições estão abertas e são gratuitas
(arte: Rafael Werkema)

Entre as deliberações do 39º Encontro Nacional CFESS-CRESS, realizado em Florianópolis (SC) em 2010, a proposta número 15 do eixo Seguridade Social apontava a necessidade de fortalecer as lutas pelo direito à cidade, nas dimensões urbana e rural. E um dos indicativos foi o de realizar debates no âmbito do Conjunto CFESS-CRESS sobre o Serviço Social e o direito à cidade em suas dimensões ética, política e social, e sua transversalidade nas políticas púbicas e na garantia dos direitos humanos.

Por esse motivo, nos dias 28 e 29 de outubro, São Paulo (capital), uma das cidades mais populosas do mundo, receberá o seminário nacional "Serviço Social e a Questão Urbana no Capitalismo Contemporâneo". O evento, organizado pelo CFESS em parceria com os CRESS representando as cinco regiões do país, vai discutir a questão urbana e a inserção do/a assistente social neste debate. As inscrições, gratuitas, estão abertas. As vagas são limitadas. Estudantes e profissionais de outras áreas poderão participar. 

"Pensar em direito à cidade significa pensar em direito a: trabalho, seguridade social pública, educação, cultura, lazer, segurança pública e participação política. Significa, ainda, viver com direito à diversidade em relação à liberdade de orientação e expressão sexual e identidade de gênero e à questão étnico-racial", explica a conselheira do CFESS e integrante da comissão organizadora do evento, Kátia Madeira.

"Crise capitalista e questão urbana", "Lutas sociais e estratégias de resistência: desafios na perspectiva do projeto ético-político profissional do Serviço Social", e "Emancipação humana e luta política: desafios na concretização do direito à cidade" são alguns dos temas propostos pelo Seminário, que vai reunir também profissionais de outras áreas e diversos movimentos sociais.

"Esperamos um grande número de profissionais que trabalham nas áreas de habitação, saneamento, meio ambiente, saúde, educação, assistência social, entre outras, para problematizar as novas requisições e competências assumidas pelo/as assistente social e as tensões que vivenciamos no nosso cotidiano profissional", sinaliza Nuria Pardillos, conselheira do CRESS-SP e integrante da comissão organizadora.

No ano passado, durante a 4ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília (DF), foi lançando um CFESS Manifesta que apontava uma direção de debate. "O Serviço Social defende o direito à cidade para todo/as", diz o documento. A conselheira Kátia completa: "a defesa do direito à cidade está na luta pelo acesso universal aos serviços, na distribuição democrática dos bens produzidos, no incentivo ao diálogo intercultural. O direito à cidade é, eminentemente, a luta pela defesa da construção de um modo de viver com ética pautado na igualdade e liberdade substantivas e na equidade social. O direito à cidade é a luta para romper com a desigualdade social".

Mais informações sobre o seminário
As inscrições para o seminário nacional "Serviço Social e a Questão Urbana no Capitalismo Contemporâneo" estão abertas e devem ser realizadas somente pelo site do CFESS.

As vagas são limitadas, sendo 500 para assistentes sociais, 100 para profissionais de outras áreas e 100 para estudantes (de Serviço Social e outros cursos). Lei com atenção como funcionará o processo de inscrição:

  1. Ficha de pré-inscrição: Você deverá preencher a ficha de pré-inscrição (link disponível no site do CFESS) para o evento, de acordo com a modalidade (assistente social, profissional de outras áreas e estudantes). Esta ficha estará disponível enquanto houver vagas.
  2. E-mail de confirmação de pré-inscrição: depois preencher a ficha de pré-inscrição no site, você receberá, entre os dias 15 e 18 de setembro, um e-mail do CFESS para confirmar seu interesse em participar do Seminário. Atenção: sua inscrição só será efetivada se você clicar no link disponível pelo e-mail, confirmando sua a presença.
  3. Comprovante de Inscrição: ao confirmar sua participação através do e-mail que o CFESS enviará (etapa 2), você receberá, também por e-mail, um comprovante de inscrição.
Vale lembrar que:

  • Ao preencher o número total de vagas, o sistema de inscrição ficará bloqueado até que novas vagas sejam disponibilizadas, caso algum/a pré-inscrito/a não confirme presença. Não haverá lista de espera;
  • Ao receber o e-mail para confirmação, só confirme se você realmente puder participar: as vagas são limitadas! A não-confirmação por e-mail acarreta automaticamente o cancelamento de sua inscrição.
Clique nos links abaixo de acordo com a categoria e inscreve-se!

Assistentes sociais (500 vagas)
Profissionais de outras áreas (100 vagas)
Estudantes (100 vagas) - Atenção: vagas esgotadas para esta modalidade. Aguarde novo período de inscrição, que começa em 19 de setembro, se houver desistência.

ANOTE
Seminário Nacional Serviço Social e a Questão Urbana no Capitalismo Contemporâneo
Data: 28 e 29 de outubro de 2011
Local: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social - Rua São Joaquim, 381, bairro Liberdade - São Paulo-SP (próximo ao metrô São Joaquim)
Inscrições gratuitas

Em breve, divulgaremos programação completa do evento e dicas de hospedagem em São Paulo.

Outras informações, somente pelo e-mail seminario@cfess.org.br

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

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